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sexta-feira, novembro 14, 2008

"Então e não postas nada sobre as eleições na América?"

Perguntou-me um amigo. Só aguardo os resultados finais para me pronunciar.

PS: Mas já agora posso recomendar este artigo sobre a festa eleitoral, mais festiva para uns que para outr@s.

domingo, março 30, 2008

Da santidade do casamento civil heterossexual e dos ventos que sopram de Espanha

«Igreja pede a Sócrates que controle laicismo de alguns membros do PS

O projecto do PS de fazer desaparecer o divórcio litigioso da lei portuguesa "é um grande erro que o país vai pagar caro no futuro", criticou o porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. Carlos Azevedo, para quem este projecto - ­que será debatido no plenário a 16 de Abril - é mais um sinal claro da postura de afrontamento que o actual Governo assumiu relativamente à Igreja Católica.»
Curiosa esta colagem da ICAR tuga à estratégia, já derrotada nas urnas, da ICAR espanhola. Devem ter pensado, "se não funcionou por lá, pode ser que funcione por cá". Mas e daí nem tudo falhou do lado de lá da fronteira, afinal a teta do estado espanhol continua fartamente generosa para com o clube das sotainas, e a questão é sempre essa. Lê-se no fim da notícia do Público: «"Os padres já passaram a pagar impostos, a Igreja, nas suas actividades económicas também deixou de ter isenção fiscal, tudo isso já mudou. A Igreja Católica não quer ser privilegiada, mas também não admite ser prejudicada".» Pois, dão-se voltas e voltas e acaba-se sempre no m€$mo. É que os impostos, meramente simbólicos, que a igreja aceitou pagar tinham como contrapartida um aumento do fluxo da tetinha estatal para as bocarras clericais. Nham, nham.

É que pondo de lado a questão financeira, nada disto faz sentido. Afinal a igreja nunca reconheceu o casamento civil, e sempre se bateu contra o mesmo. Para a igreja um católico casado pelo civil é solteiro, e se se divorciar solteiro fica, e pode casar no altar a seguir (isto não é teoria, é prática, vejam a princesa espanhola). Seria até bastante lógico e razoável que a igreja usasse esta simplificação do divórcio civil para apregoar a mais valia do seu casamento religioso, que não permite esses deboches. "Quem ama a sério não tem medo de casar pelo igreja", seria um bom slogan, capaz de empurrar muitos casais para o altar, como derradeira prova de amor eterno.

Mas não é isso que preocupa a igreja, e se o casamento religioso continuar em queda livre, é uma carga de trabalhos que se poupa. As missas são muito mais fáceis de rezar só com 6 velhinhas no banco da frente.

Voltemos então ao sentido de oportunidade da hierarquia católica portuguesa imitar a estratégia eleitoralista da sua irmã espanhola, será mesmo boa ideia? É que em Espanha há um, e só um, partido de direita, cujo líder apregoa os valores católicos e exibe a sua própria família como exemplo vivo de quem os segue. A coisa por lá não tem muita credibilidade, é velho o boato de que Rajoy é homossexual, mas ao menos há um esforço por manter uma fachada.

Já por cá não estou a ver a quem a igreja se possa colar. Filipe Menezes exibiu há uns dias a namorada na televisão, para em seguida a sua esposa esclarecer na imprensa cor-de-rosa que o casamento deles ainda perdura, pelo que a "namorada" não o pode ser, relações extra-conjugais têm outro nome. Do CDS nem vale a pena falar. Fica claro que o "casamento para a vida" não é uma causa da direita portuguesa. Nisto, como em quase tudo, somos mais afrancesados que espanholados.

Resumindo e concluindo, melhor faria a igreja se procurasse outra bandeira, que esta do casamento é chão que já deu uvas. A igreja é livre de celebrar os seus próprios casamentos, seguindo as suas regras, e devia-se contentar com isso, que não é nada pouco. Quem dera à ILGA Portugal ter o mesmo poder casamenteiro.

Já em relação ao financiamento pelo estado pede-se apenas um mínimo de vergonha na cara. Foram séculos de farta mama, e está visto (ver capa da Sábado acima) que têm sabido pô-la a render. E ainda há o milagre de nunca terem sido obrigados a gastar um tostão com aqueles processos que tão caros ficaram lá nas Américas. Tirando talvez um bilhetinho de avião para o Brasil, claro está. Melhor à igreja rezar em discreto retiro a boa graça, do que aparecer muito na TV, pondo-se assim a jeito a que algumas pessoas percam a vergonha que a igreja nunca teve. A justiça portuguesa não assusta, por certo, mas agora com essa coisa dos tribunais europeus... parece que não há sotaina que isente de certas culpas. Já não há respeito, é o que é.

segunda-feira, março 10, 2008

Matemática eleitoral

Do Ramón, inspirado pelo Chiki Chiki.

Vitória de Zapatero e do bipartidarismo em Espanha. Por certo os dois debates a dois deram a sua ajuda. Mas não há grande remédio quando o sistema eleitoral é este, que por acaso é igual ao nosso. Círculos eleitorais ao nível provincial (comparável aos dos nossos distritos) e Método de Hondt. É isso que explica que as muitas migalhinhas recolhidas por toda a Espanha pela Izquerda Unida resultem em menos deputados que Convergència i Unió, que só concorre na Catalunha (ok uma diferença, cá não se permitem partidos regionais).

Neste site pode-se testar o Método de Hondt, no caso experimentei com os resultados das últimas legislativas portuguesas, como se de um único círculo se tratasse. O PS ficaria longe da maioria absoluta (faz sentido, teve menos de metade dos votos), o Bloco chegaria aos 15 deputados e o PND e PCTP-MRPP conseguiriam eleger 1 deputado cada. Com círculo único ficar-se-ia já muito mais próximo da proporcionalidade directa, e mesmo assim, mantendo o Hondt, os pequenos partidos continuariam a perder.

Em Espanha, país amplamente descentralizado e com várias identidades nacionais, faria todo o sentido que os círculos eleitorais correspondessem às autonomias, mas dividi-los por províncias tem como único objectivo beneficiar o bipartidarismo. Já em Portugal a situação é ainda mais caricata, dado o centralismo vigente. Na hora de regionalizar é o ai jesus que retalham o país, na hora de usar círculos eleitorais distritais, que faz com que nos distritos mais pequenos apenas o PS ou o PSD possam eleger deputados, limitando a escolha real de quem vota, 'tá-se bem?

E a tendência é sempre de agudização do fenómeno. Os 2 partidos mais votados conseguem os deputados quase todos, consequentemente dominam os média, que influenciam os votos, que se concentram nos 2 partidos... and so on. Depois uma boa parte do eleitorado deixa de votar porque não se sente representada. Não se sente e não é representada. Porque será que os Estados Unidos têm das mais altas taxas de abstenção do mundo? Para lá caminhamos também, portugueses e espanhóis.

domingo, março 09, 2008

Resultados das Eleições Gerais Espanholas


Muito boa ferramenta disponibilizada pelo site Soitu.es, via días estranhos, se tudo funcionar correctamente a partir das 19h de Portugal continental, 20h em Espanha, os resultados oficiais podem ser acompanhados aqui, para já ficam os de 2004. Os resultados das últimas sondagens, ilegais em Espanha, podem ser lidos no el Periòdic d'Andorra. Para se perceberem algumas siglas o melhor é consultar a Wikipédia.

quinta-feira, março 06, 2008

Como votarias se votasses nas eleições espanholas?

Finalmente um teste on-line que inclui quase todos os partidos candidatos às eleições do próximo domingo em Espanha. Via Chuza! Já antes tinha descoberto um, mas incluía apenas o PSOE e o PP, demasiado óbvio o resultado só com essas opções. Pena o BNG e a Esquerra Republicana de Catalunya não estarem, aparentemente, no pacote. Terei que averiguar quem é essa tal Chunta Aragonesista, e daqui até domingo ainda faço campanha. Duvido que tenha compatibilidades tão altas com algum partido português, pff...

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Campanha eleitoral espanhola em cartoon

A campanha eleitoral para as legislativas em Espanha já começou e uma das formas mais divertidas de a acompanhar é através dos cartoons da imprensa espanhola. Este aqui em cima do Forges foi publicado no El País, mas os meus favoritos são os do Manel Fontdevila no Público (também recomendados pelo Ricardo Alves). E o melhor é que os podemos acompanhar comodamente através do Google Reader, já que os jornais não só disponibilizam um feed para os cartoons, como permitem a visualização dos mesmos directamente no reader (vários jornais americanos disponibilizam apenas o título). Enfim, um exemplo para a imprensa portuguesa, que se os coloca on-line, como faz o DN com os do Bandeira, já é uma sorte, que fará feeds, RSSs, e essas cenas...

PS: Por falar em eleições espanholas, vejam quem voltou à capa da Zero.

PPS: E por falar em cartoons e Google Reader, quem nos segue por essa via certamente ainda não viu que as renitas voltaram ao topo deste blog ;)

terça-feira, fevereiro 19, 2008

Técnicas de jor-qq-coisa-ismo menos éticas


Isto já é caso velho, mas não há tempo para tudo e agora que estou numa de defender governos, cá vai... Dizer que um político "admite utilizar a tensão e a dramatização como armas políticas" é um pouco como dizer que um padeiro admite usar farinha no fabrico do pão. Pois, e isso acrescenta exactamente o quê à sabedoria geral? Provavelmente haverá quem ache isto um caso de "puro jornalismo", mas eu acho que quando uma conversa privada chega inadvertidamente às mãos de um jornalista (por erro o som foi enviado pelo canal de televisão aos outros meios, salvo erro o El Mundo foi o primeiro a divulgar - e não um sem rosto "YouTube" como diz a SIC) haverá que pesar bem o interesse da mesma, e neste caso o mesmo era nulo. A não ser para os que pretendiam criar uma polémica estéril.

Que os meios de comunicação conservadores de Espanha o façam, não surpreende. Que os meios de comunicação tuga, que pouca ou nenhum importância têm dado à campanha eleitoral do estado vizinho, o façam também já é mais revelador. Até porque cá supostamente não há meios conservadores, é tudo isentíssimo e imparcialíssimo, claro. E sem cenas menos éticas... de tal forma que nem passaram a declaração do jornalista envolvido, esse zero-ético, é o que é. Como cá não temos esses pruridos, até aceitamos encomendas pósticas, aqui fica:

domingo, julho 15, 2007

Freguesia a freguesia

O facto mais notório da noite foi o profundo desinteresse dos lisboetas pela eleição na sua cidade. Mesmo assim a audiência televisiva do país por inteiro teve que gramar os resultados, freguesia a freguesia!

O desinteresse dos lisboetas é ainda mais impressionante se tivermos em conta a quantidade de gente que achava que o veredicto local devia ter leituras nacionais, nomeadamente de avaliação do governo que é (ou devia ser) de todos... Está visto, 1 voto em Lisboa vale por 100 em Carrazeda de Ansiães. O que é que tenho que fazer para votar aí em baixo? Avisem também o novo autarca, porque parece que vota em Sintra...

Maoístas e neo-nazis são os únicos que aumentam o número de votos

Contas feitas é assim. Dúvida: qual será a percentagem de votos do PCPT/MRPP que se deve ao facto deste surgir primeiro que a CDU no boletim de voto?

O azar de Carmona

O centralismo político-mediático foi o maior inimigo de Carmona nestas eleições. Ao contrário de Gondomar, Felgueiras e Oeiras, em Lisboa a cobertura mediática não se limitou a meia dúzia de reportagens sobre o "presidente agora candidato independente". Pior para Carmona, mesmo assim um fantástico resultado, a provar uma vez mais que os portugueses amam um escorraçado partidário envolvido em casos de corrupção.

Efeito Portas abertas (2)

CDS-PP perdeu o seu vereador em Lisboa.

Relacionado: «Efeito Portas abertas».

terça-feira, julho 10, 2007

Governo polaco pode estar prestes a tombar

Óptimas notícias da Polónia, o governo de extrema-direita poderá cair ainda esta semana. Um dos partidos da coligação governamental, o Autodefesa, está de novo envolvido num escândalo, desta vez de corrupção, o que poderá levar à queda do executivo, que enfrenta uma moção de censura que será hoje levada ao parlamento. Isto pode transformar-se numa excelente notícia para a Polónia e para a UE.

Mas enquanto as melhores perspectivas não se confirmam (e só no Outono tal poderá acontecer), não podemos baixar os braços perante o autêntico golpe aos direitos humanos na União Europeia que o actual regime polaco defende. É só copiar e mandar por mail, tudo explicadinho no Coroas de Pinho.

PS: Mais sinais de desmoronamento...

PPS: Afinal ainda não foi desta. Mas o desmoronamento prossegue...

terça-feira, junho 19, 2007

O PND exige, o renas humildemente esclarece

«Lisboa: PND exige esclarecimentos do PS sobre casamentos gay»
Porque na política, como na vida, temos que saber quando, como e sobretudo a quem podemos exigir o que quer que seja. E se o PND nada pode exigir ao renas, muito o menos o poderia ao PS, considerem isto uma liçãozinha por caridade.
«A lista candidata do Partido da Nova Democracia (PND) à Câmara Municipal de Lisboa considerou hoje «lamentável» que a questão dos casamentos entre homossexuais seja «emblema» da campanha eleitoral e exigiu esclarecimentos do candidato do PS.»
Curioso lamento este. É que eu só oiço falar em PND precisamente quando o casamento homossexual vem à baila numa campanha eleitoral. Relembro as legislativas. Será por ser esse o único assunto deste partido? Ou será que simplesmente os casamentos gay dão sorte ao PND?
«Em comunicado, a lista candidata da Nova Democracia exigiu esclarecimentos públicos de António Costa e considerou estranho que os candidatos do PSD e do CDS «mantenham um silêncio» sobre esta matéria.»
E continua a falta de visão e estratégia. Qual é o interesse do PND em que o CDS ou o PSD se tornem igualmente obcecados cruzados contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo? Lá se ia a agenda, que restaria ao PND?
««Quem é homossexual e não anda de braço dado com o folclore de certas organizações não aceitará por certo ser constantemente usado por políticos que recorrem a todo o tipo de meios para obter votos», salientou.»
Ora quem salientou foi a lista do PND, segundo a notícia da Lusa. Só não se percebe se a lista fala em nome próprio ou não. Seja relativamente aos políticos que apenas usam os homossexuais como arma de arremesso, seja em relação aos "gays anti-folclore", que é gente, como se sabe, muito dada ao cinzentismo dos partidos de direita.
««Dr. António Costa se quer respeito para as suas ideias não pode ofender as convicções de quem pensa de forma diferente», disse ainda a lista candidata da Nova Democracia.»
Curiosa esta "lista falante", além de falar, quer que os outros se calem. Belo conceito de democracia.

Dica grátis, lembrei afinal que a última vez que ouvi falar neste micropartido não foi a propósito do casório sodomita, mas do seu candidato nas eleições madeirenses, que foi para um comício de Alberto João Jardim insulta-lo, conseguindo assim algo que nunca nenhum outro político tinha conseguido: dar um ar civilizado a Jardim. Ora se bem me lembro também, a estratégia da baixaria resultou, o PND elegeu um deputado ou coisa que o valha. Eis portanto a vossa receita para o sucesso, ide insultar o Carmona e deixai a gayzada em paz, que nós, @s folclóric@s, não temos pingo de pachorra a perder com micro-listas, por mais straight acting que sejam...

quarta-feira, junho 13, 2007

Dúvida existencial: o Toy não era apoiante da CDU?


Via Costa do Castelo. Dica para o sr. Carmona, o Toy não é nenhum Darth Vader a dançar salsa, sei que às vezes parece, mas não é e não engana.

Lisboa e @s LGBT: as ideias e propostas d@s candidat@s à CML

A ILGA Portugal promove um oportuno debate autárquico na próxima sexta-feira às 18h no CCGLL. Eis a lista das presenças confirmadas, a ordem está de acordo com a posição na respectiva lista candidata, o que permite tirar várias conclusões sobre a relevância do assunto para cada candidatura.

- Helena Roseta (n.º 1 da lista Cidadãos por Lisboa)

- Teresa Caeiro (n.º 2 da lista do CDS)

- Ana Sara Brito (n.º 3 da lista do PS)

- Gabriela Seara (n.º 3 do Lisboa com Carmona)

- Carlos Moura (n.º 6 da lista da CDU)

- Sérgio Vitorino (nº 24 da lista do BE)

- Nilza Sena (1.ª suplente da lista do PSD)

Claro que convém ter em conta que Teresa Caeiro é muito provavelmente a figura mais gay-friendly de todo o, por regra nada friendly, CDS-PP. E terá sido isso, e não o seu segundo lugar na lista, o motivo da sua escolha. De qualquer forma o CDS terá que suar para eleger o número 1, sendo certa a não eleição de Caeiro.

Já o Bloco opta por remeter para o 24º da sua lista a representação no debate. A desculpa de que assim se faz representar por um activista gay poderá convencer algumas pessoas. Mas a mim parece um claro menosprezo do assunto, atirado desta forma para o "gay de serviço" (independentemente do seu mérito, não é isso que está em causa), que não tem qualquer hipótese de eleição, sendo por isso indiferente a sua gay-friendliness, pois dos possíveis eleitos do BE continuaremos sem saber a opinião (que está longe de ser unânime no partido).

Seja como for a coisa promete (sobretudo por Helena Roseta e Ana Sara Brito), e era óptimo que @s lisboetas LGBT comparecessem em peso ao debate, para que os candidatos se sintam efectivamente confrontados com as questões dessa parte da população.

PS: A maioria feminina do debate também é reveladora, sobretudo pelo contraste com a norma do debate político nacional.

segunda-feira, junho 11, 2007

Fuengirola con Darth Vader


Eu achava que já tinha visto tudo com os tempos de antena brasileiros. Mas as recentes eleições municipais espanholas reservavam-nos esta surpresa [via]. Claro que com o apoio de Darth Vader a vitória de Esperanza Oña só podia ser à larga, com quase 58% dos votos. Não havia menino guerreiro que lhe pudesse fazer frente... ou não andasse ainda um kamikaze no exército de Oña.

sexta-feira, junho 08, 2007

A autarquia crucificada

À esquerda o logo da Câmara Municipal de Lisboa, à direita o da candidatura de Carmona Rodrigues. A CNE não diz nada? [via]

quinta-feira, maio 17, 2007

Eleições lisboetas e presidência do conselho da UE

Será boa ideia ter as eleições no dia em que o país assume a presidência? Ou será que para variar a cerimónia não será em Lisboa? Isso até era boa ideia, tal como seria activarem o site da coisa.