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quarta-feira, fevereiro 27, 2008

O Dia Europeu contra a pena de morte é só a 10 de Outubro

No resto do ano manda a hipocrisia burocrática:
«Seyed Medhi Kazemi, um estudante homossexual iraniano de 19 anos que pediu sem êxito asilo político ao Reino Unido, esperava ontem em Roterdão ser devolvido a Londres depois de ter tentado obter, também em vão, asilo na Holanda. O jovem, cujo o pedido de asilo foi rejeitado por Londres, que pretende deporta-lo para o Irão, teme pela sua vida se regressar ao seu país. O seu namorado desde os 15 anos, com o nome de Parham, foi ali executado em Abril de 2006, acusado de sodomia, e a polícia iraniana tem uma órdem de prisão em seu nome para o levar a julgamento. O problema é que Medhi requereu asilo pelo mesmo motivo a dois países da UE, o que não é permitido pela Convenção de Dublin.»
Nota, o rapaz da foto não é Seyed Medhi Kazemi, mas um dos dois adolescentes enforcados no Irão em 2005, cuja execução ficou conhecida por excepcionalmente ter sido fotografada. No final da notícia linkada é dito que activistas italianos contactaram a UE e o Alto Comissariado das Nações Unidas para os refugiados (se bem se lembram o comissário é António Guterres), coisa que qualquer um de nós pode fazer a título individual, é só clicar nos links.

domingo, dezembro 23, 2007

Acenando agora também no YouTube


Por estes dias a rainha de Inglaterra tornou-se na mais velha monarca de sempre naquelas paragens. E para celebrar esse facto, bem como o 50.º aniversário do seu primeiro discurso de natal televisionado, Isabel 2.ª lançou agora o seu próprio canal no YouTube. Espreitei, mas não me deixei convencer. Prefiro a reportagem da Onion, aqui em cima.

Conversões de natal a preço de saldo

Antony Flew, um nome que provavelmente nunca ouviu antes, era, de acordo com o subtítulo do seu último livro, "the world’s most notorious atheist". O título é "There Is a God" (Deus Existe) e foi escrito a meias com o religioso indo-americano Roy Abraham Varghese, Flew é britânico. A questão da nacionalidade não é um pormenor neste caso, já que é curioso constatar o inglês americanizado com que Flew defende a existência de Deus na "sua parte" do livro - Anthony Gottlieb escreve mesmo no New York Times que Flew além de crente parece ter-se tornado americano. Vale a pena ler a crítica completa de Gottlieb - irónico não é? Gottlieb ("Amor de Deus" em alemão) não se deixou convencer por esta conversão.

Convém ainda salientar que Flew, que surge como o "mais notável ateísta" depois de deixar de o ser, sempre teve uma postura muito aberta à ideia religiosa, o seu princípio era presumir o ateísmo até que Deus se evidenciasse. Um princípio sensato sem dúvida, resta saber é se foi sensata a análise da evidência divina entretanto encontrada.

Uma boa deixa para passarmos para a mais badalada conversão da época, não uma mera conversão a um "Deus indefinido" (Flew diz rejeitar as noções muçulmanas ou cristãs de Deus), mas uma conversão a uma organização religiosa com crendices muito específicas e detalhadas, de gravidezes virgens a santidades papais. Falo, é claro, de Tony Blair, o mesmo que no ano passado garantiu ter rezado a Deus para se decidir quanto à Invasão do Iraque - excelentes evidências divinas terá encontrado Blair na resposta. O Iraque é uma festa.

E o Vaticano também, que rejubila com tão notável convertido. Valham-nos as beatas para porem os pontos nos ii. Ann Widdecombe, conservadora britânica convertida em 1993 ao catolicismo, lembra que o histórico de Blair na Casa dos Comuns não é nada favorável à ICAR, basta ver o seu voto em assuntos como o aborto - ou a orientação sexual, acrescento eu. Terá mudado ele de ideias agora? - dispara Widdecombe. Não é provável, já que a sua conversão estava há muito prevista, como informa a BBC. A crença que tinha, a crença que tem - ou seja, ou é mais frágil que o que parece ou não é suficientemente forte para influenciar o seu posicionamento político. Excepto, é claro, em relação à invasão do Iraque, divinamente inspirada. Seja como for, poucas razões para o Vaticano rejubilar.

Disse "poucas"? É ainda menos do que isso, termina assim o artigo da BBC: «Estimativas do número de idas à igreja em 2006, baseadas em números de anos anteriores, revela que 861,800 católicos assistiram à missa todos os domingos, enquanto que os anglicanos que o fizeram foram 852,500.» Para a BBC o facto do número de católicos praticantes ultrapassar o número de anglicanos parece ser o dado relevante destes números. Mas a mim parece que não chegar a 2 milhões o número de praticantes das duas principais igrejas do Reino Unido é, isso sim, o dado a assinalar. 60,2 milhões é o número de habitantes das ilhas, ainda de acordo com a BBC. Mas as notícias são sobre o sr. Blair (que até já ia à missa antes). Bem, pode ser que o sr. Flew se decida a ir um dia destes... sempre seria mais um.

segunda-feira, outubro 08, 2007

Vermelhos contra cinzentos: a luta continua

Qual metáfora natural dos tempos políticos de hoje, os esquilos vermelhos (ou esquilos europeus ou ainda eurasiáticos) da Grã-Bretanha estão a ser dizimados pelos seus primos americanos (os cinzentos), introduzidos na ilha no séc. XIX. Vale mesmo a pena ler esta reportagem do The New York Times. Os cinzentos são maiores e mais agressivos, sendo capazes de se instalarem em áreas mais urbanizadas, mas a sua maior arma contra os vermelhos é um vírus que transportam, e ao qual são imunes, mas que mata os vermelhos em pouco tempo.

Em Portugal a situação tem sido inversa. Depois de séculos sem esquilos no país, os vermelhos são hoje comuns em vários locais do Norte graças a repovoamentos bem sucedidos na Galiza - creio que até já ultrapassaram o Douro no seu rumo a Sul. Basta ir aos pinhais à beira-mar de Esposende, p.ex., para comprovar a sua presença, mas com alguma sorte topam-se a cruzar qualquer estrada rural minhota. Mas o futuro é perigoso, a reportagem do NYT refere que também em Itália os cinzentos começam a substituir os vermelhos, e provavelmente os Alpes não serão uma barreira tão fiável quanto o canal da Mancha.

quinta-feira, julho 05, 2007

"Una bella gnocca"

Lady Thatcher é una bella gnocca, quem o garante é Berlusconi, citado pelo Independent. Ora "gnocca" é calão italiano para vulva, algures entre "senaita" e "cona" em português de Portugal. Como Berlusconi chegou a esse veredicto não sabemos, mas para quem já está farto da discussão sobre sexo anal que decorre pela blogosfera, eis uma boa alternativa, a genitália da Dama de Ferro. Será mesmo bella ou antes uma de alto risco? A familiaridade com que Berlusconi se lhe refere indicia o pior...

segunda-feira, julho 02, 2007

Let's come together

A Comissão Europeia decidiu estrear-se em grande no YouTube. Este é um dos filmes no recém-criado canal (também com uma versão em alemão). Segundo comentários de quem gere o dito canal, depois de recebidas críticas pela escolha de um site americano, há interesse em abrir novos canais de vídeo on-line não apenas noutros idiomas, mas também noutros sites similares (como o DailyMotion, que é europeu).

Seja como for o que tem dado que falar é mesmo este vídeo, que mostra o apoio da Comissão ao cinema europeu. Os tablóides ingleses já estão todos excitados, o conservador e anti-europeísta Times cita um deputado britânico que diz: «Suponho que o filme é apropriado. A UE anda a foder a Grã-Bretanha há 30 anos.» Eu acho que é mais o contrário, mas giro é constatar que o hard-core deixou de ser linguagem exclusiva dos eurocépticos. Let's come together, shall we?

Actualização: chovem queixas da Polónia, segundo a BBC, por causa da cena entre dois homens. Por "cena entre dois homens" entenda-se o segundinho que só com muita atenção (e interesse pela temática) se consegue vislumbrar no video (aos 15 segundos, não sei de qual filme). Já a cena lésbica, do "8 femmes", distingue-se melhor.

segunda-feira, junho 04, 2007

No but yeah but I love it

O logótipo escolhido para os Jogos Olímpicos de Londres 2012 [via], a perfect match com o fato-de-treino da Vicky.

PS: A polémica continua. Uma petição on-line com mais de 50000 assinaturas pela alteração do logo. Queixas de epilépticos pelo filme de promoção, cujas cores e movimentos terão provocado ataques de epilepsia a algumas pessoas no Reino Unido (o vídeo foi retirado do site oficial, mas pode ser visto no YouTube). O The Sun a propor antes a pintura de um macaco. E as bolsas de apostas a darem como quase certa a substituição para breve de um conceito que custou £400.000. Ouch!

quarta-feira, maio 16, 2007

De Londres, Trás-os-Montes, à cova

Já que a comunicação social portuguesa não faz outra coisa por estes dias se não citar as referências a Portugal nos tablóides britânicos, podiam aproveitar e noticiar a primeira página do The Guardian de ontem. Uma previsão que indica que o clima londrino de 2070 será igual ao de Vila Real nos dias de hoje (por acaso no mapa parece-se mais com o Porto...). Já Berlim será argelina, Roma cipriota e Paris alentejana. As cidades portuguesas é que parece terem-se perdido no Saara.

Em todo o caso a imprensa lusa, futuramente tuaregue, tem feito referência às previsões de ondas de calor para o próximo Verão. Apontando já conselhos a seguir para nos protegermos do dito. Como dizia, e bem, uma climatologista na TV, se o aquecimento global parece ser um conceito demasiado grande e inalcançável, há muito que se pode fazer contra o aquecimento local. Desde os materiais e forma de construção das habitações à criação e manutenção de espaços verdes nas cidades. Basta passear em pleno Agosto numa rua ladeada por árvores frondosas e noutra pelada, ou morbidamente enfeitada por árvores raquíticas, para se perceber como uma simples árvore pode fazer baixar em vários graus o calor sentido num prédio.

É claro que as árvores não crescem da noite para o dia, mas olhando com atenção para as cidades portuguesas encontramos ene locais onde podiam estar árvores a sério, mas estão antes palmeiras ou ciprestes. O exemplo mais gritante, multiplicado por quase todas as freguesias do país, são as inóspitas florestas de mármore a que chamamos cemitérios, impenetráveis num dia de Sol logo a partir de Abril... Existem excepções recentes, de cemitérios mais verdes. E também uns poucos velhos bons exemplos. Mas mais podia ser feito para renovar a maioria dos cemitérios já existentes. E porque não promover novas, laicas e ecológicas, cerimónias de despedida dos entes queridos? Esta é uma ideia, mas mais simples ainda seria usar as cinzas dos corpos cremados para fertilizar o solo de novas árvores. Acho que vou já escrever isto num testamento, mármore é que não, mesmo.

Ainda a ressaca eurovisiva


Richard Younger-Ross, deputado britânico pelos LibDems, não está nada satisfeito com o sistema de votação do concurso eurovisivo e já apresentou uma moção na Câmara dos Comuns. A televisão islandesa já apresentou o seu descontentamento junto da UER, apoiada pelas TVs da Noruega e Dinamarca. A de Malta não hesita em pôr em causa a veracidade dos votos telefónicos. E Nicole, a única vencedora alemã, em 1982, acha que o seu país deve retirar-se da competição. Sim, os ânimos ainda estão exaltados. Pelo que nada melhor que ver os vídeos do Gato Fedorento. E ler a crónica de Maria Yáñez no El País: «Galicia, 12 points». Eurovision is for fun!

sábado, maio 05, 2007

Ainda a conversa dos bonzões


Em cima a opinião dos jogadores do Chelsea sobre os seus colegas de equipa. O rapaz que parece ficar sem fôlego para responder é o ex guarda-redes portista Hilário, provavelmente também o merecedor do título de "dama de honor". Sendo que a "miss Chelsea" é indiscutivelmente Andriy Shevchenko. Embora o mais citado entre os entrevistados seja Carlo Cudicini, não percebem nada disto está visto.

E no Avatares a compilação das listas alternativas à da Sharapova. Ainda não acredito que me esqueci do Jude, jamais me perdoarei...

terça-feira, abril 10, 2007

PesadeloDosStôres.pt

Através desta notícia do britânico Telegraph, sobre "cyber bullying" a professores, descubro o site RateMyTeachers.co.uk, um site onde os alunos (ou qualquer outra pessoa) se pode inscrever e dar notas ou tecer comentários aos professores do sistema de ensino britânico e de outros países anglófonos. Tudo é público, nem é preciso registo para procurar avaliações, e todas as escolas do país estão listadas. Haverá virtudes na coisa, não duvido, mas o potencial negativo é tenebroso...

quinta-feira, abril 05, 2007

A família mais odiada da América


Ou "os melhores amigos dos gays". Com inimigos destes, quem precisa de amigos? Esta uma reportagem da BBC dedicada à família Phelps, conhecida por se manifestar junto aos funerais dos soldados americanos mortos no Iraque, onde gritam a plenos pulmões que o seu destino é o inferno por terem morrido ao serviço de uma "nação que tolera os paneleiros". Mas lojas de electrodomésticos que vendam aspiradores suecos também servem de alvo para manif, porque a Suécia é afinal uma "nação paneleira" - mais que a própria América, presume-se.

PS: Na verdade discordo do título dado à reportagem (o mesmo que tem este post), parece tudo tão irreal que nem dá para os odiar, é simplesmente bizarro... custa a crer que existam mesmo.

PPS: Apetece-me tecer mil comentários à peça, tão boquiaberto me deixou... apenas alguns pontos:

1) Tenho pena que a reportagem não tenha explorado um pouco mais as finanças da família, brutos jipes, iPods, telemóveis sofisticados, viagens de avião etc. deixaram-me curioso... não estão assim tão isolados afinal, seria impossível manter o nível de vida. Também podiam ter corrigido o mito urbano do "pastor sueco vítima da ditadura gay".

2) Tenho pena que boas pessoas sejam capazes de actos tão cruéis. Porque é a opinião com que fico sobre a maior parte destas pessoas, acreditam mesmo que estão a fazer "o bem", e são afáveis, simpáticas até... boas pessoas em suma. Ninguém escolhe onde nasce, nem a educação que recebe dos pais.

3) Tenho pena da bichice recalcada do patriarca da família. Fundar uma igreja que se baseia unicamente na oposição ao sexo anal homossexual? Criar pequenos fundamentalistas que se definem nessa mesma oposição? Quem se não uma bicha frustradíssima e analmente virgem para inventar semelhante desvario? Quem? Deus?

4) Não vale a pena enviar-lhes e-mails zangados, já receberam milhares dos espectadores da BBC, o que apenas valeu mais um dos seus manifestos a condenar todo o Reino Unido ao inferno. Se alguma coisa merecem da nossa parte é pena apenas.

sexta-feira, março 16, 2007

As you like it

O Demos é um think-tank the esquerda, e o relatório "As you like it" pode ser lido aqui. Uma amostra:

«Other languages, like Mandarin, Urdu, Portuguese and Spanish, are likely to rise in influence and reflect the growing power of China, India and South America. Now, there could be about 1.3 billion speakers of English, and only about 330 million of those native. This is the reality of global English. The overwhelming majority of speakers are non-native, and as people bring with them different cultures and contexts, and different experiences of using English, so the language itself has changed. English is now more a language family than a single language with different forms appearing such as ‘Chinglish’, ‘Hinglish’ and ‘Singlish’.»
E também há o Portinglês, claro.

terça-feira, fevereiro 27, 2007

Do you fancy a bum?


A graça e sobretudo o bom gosto destes vídeos é obviamente muito discutível, mas compare-se com um vídeo português de enorme sucesso na internet, o "Machista Gay", e logo nos parecem muito mais engraçados, e também educados e civilizados. Não me parece que as diferentes reacções se devam às diferentes nacionalidades, mas apenas à diferente abordagem. Moral da estória, ser educado (ainda que directo), civilizado e, claro, giro, compensa e tem mais graça.

PS: O cuidado na escolha das cuequinhas também conta...

PPS: Já agora vejam também a "versão japonesa".

segunda-feira, janeiro 15, 2007

À atenção de Eduardo Pitta

Essa estória está longe de ser inédita. Mas mesmo se fosse, porque raio não poderiam dela saber os "partidos e associações de defesa dos homossexuais"? E é preciso "partir muita pedra" às ocultas dos "partidos e associações"? Não era mais fácil partirem pedras juntos em vez de atirarem pedras uns aos outros? Ah, e no Reino Unido os homossexuais não podem casar, é uma união civil, e nem vale a pena casar no Canadá e tentar reconhecimento no UK, que também não é dado.

A moral dessa estória, e de várias semelhantes anteriores é simples, enquanto o casamento entre pessoas do mesmo sexo não estiver legalizado em Portugal, este mesmo país não facilitará as burocracias necessárias para que cidadãos portugueses casem ou "quase-casem" (como no caso britânico) com pessoas do mesmo sexo no estrangeiro, até porque isso poderia ser usado para mais tarde exigir um reconhecimento português do casamento em causa. A pedra a partir é bastante clara, legalize-se o casamento entre pessoas do mesmo sexo em Portugal o quanto antes.

terça-feira, janeiro 09, 2007

Morrissey na Eurovisão?


Façamos figas. United Kingdom, twelve points. Le Royaume-Uni, douze points.

sábado, dezembro 23, 2006

Even you, Brits?

Interessantíssima e oportuna sondagem do Guardian. Segundo a qual 82% dos britânicos considera a religião um foco de tensões e divisões, apenas 16% discorda. 63% descreve-se como não sendo uma "pessoa religiosa", incluindo mais de metade dos que se identificaram como cristãos. Apenas 13% participa em algum tipo de cerimónia religiosa pelo menos uma vez por semana, e 43% garante nunca o fazer. O porta-voz da Igreja de Inglaterra veio dizer que "as pessoas agora têm menos tempo, a vida está mais complicada, etc", enfim, uma série de desculpas que não colam. Tal como em Portugal, é hoje mais fácil a qualquer britânico participar de cerimónias religiosas, as pessoas em geral trabalham menos horas, têm mais dinheiro e mais facilidade de transporte, não participam em cerimónias religiosas porque têm melhor com que se entreterem, tão simples quanto isto. Finalmente só 17% considera a Grã Bretanha como um país cristão, 62% defende que é melhor descrita como tendo várias crenças.

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Portuguese Gay Villages

De link em link fui parar ao artigo da Wikipédia sobre Vauxhall, cidade no Sul de Londres que de acordo com a BBC alberga a maior comunidade portuguesa do Reino Unido. Os dados não são os mais actuais, segundo notícias recentes o número total de portugueses no Reino Unido é já bem superior ao de britânicos em Portugal. Mas o que achei curioso foi descobrir que Vauxhall alberga também uma cena gay cada vez mais pujante, merecendo até o título de Gay Village.

Lembrei-me logo de P'Town, Massachusetts, EUA (e de que li primeiro n'Os Tempos que correm). Cidade onde 22,6% dos habitantes é descendente de portugueses, e que é também uma das mais conhecidas Gay Villages dos Estados Unidos.

Segundo a Wikipédia há ainda uma outra Gay Village portuguesa, o Príncipe Real em Lisboa. Alguém confirma? (Ou corrige a wiki...).