quinta-feira, novembro 08, 2007

Bom tempo

No país em que o prenúncio de sol e temperaturas altas em pleno Novembro, depois de um Outubro idêntico, é dado com um sorriso de excelente notícia, vale mesmo a pena ver este Photoclima:Imágenes de un futuro afectado por el cambio climático (.pdf) editado pela Greenpeace Espanha (que parece incluir Portugal).

Trocar o nome dos personagens para avaliar a qualidade da trama

Aparentemente nem toda a gente percebeu a minha troca neste post. Explico-me então. Argumentos há que pela aparente subtileza, pelo apelo aos nossos preconceitos mais inconscientes, nos parecem à primeira vista sensatos, razoáveis, muito diferentes de outros. O truque de trocar os personagens da argumentação, no caso americanos em vez de gays, é óptimo para se avaliar isso mesmo. O mais simples é trocar gay por hetero, mas nem sempre funciona. Hetero é a hegemonia, é invisível pela via da omnipresença, pelo que é fácil dizer que tanto se rejeita um rótulo como outro. Além de que a própria referência a uma orientação sexual tende a sexualizar imediatamente o que lhe rodeia, ao contrário de uma referência à convicção religiosa por exemplo, apesar de toda a gente ter uma e outra. Façamos outra troca:
«Não existe o “muçulmano”. Existem atos muçulmanos. E atos cristãos. Eu próprio, confesso, sou culpado de praticar os segundos (menos do que gostaria, é certo). E parte da humanidade pratica os primeiros. Mas acreditar que um adjetivo se converte em substantivo é uma forma de moralismo pela via errada. É elevar a religião a condição identitária. Sou como ser humano o que faço na minha igreja. Aberrante, não?»

Ou então: «Não existe o “jornalista”. Existem atos jornalísticos. (...) Mas acreditar que um adjetivo se converte em substantivo é uma forma de moralismo pela via errada. É elevar a profissão a condição identitária. Sou como ser humano o que faço no meu emprego. Aberrante, não?»
A palermice e hipocrisia deste argumento mil vezes usado, e nem por isso gasto ou fora de moda, fica assim muito mais clara do que estava na versão original. Onde todos os fantasminhas sexuais se uniam para lhe dar alguma credibilidade.

Definimo-nos e classificamo-nos uns aos outros segundo mil e um critérios, sendo a orientação sexual um deles. E uns e outros fazem mais ou menos sentido referir neste ou naquele contexto. Se falamos de relacionamentos, de família ou casamento, a questão da orientação sexual está sempre presente. Ainda que não explicitada, por presumida - e presume-se sempre a mesma, já se sabe. Daí a importância de se sublinhar que não é essa, quando é o caso, claro está.

Ateísmo evita que septuagenário faça parte da tragédia dos peregrinos a Fátima de Castelo Branco

terça-feira, novembro 06, 2007

Polémica: cartaz de festival de cinema americano usa imagem de criança

O Festival de Cinema Americano de Barcelona promove-se este ano com um cartaz que tem como fundo a foto de uma criança de cerca de 10 anos. A polémica começou de imediato: "americanizar as crianças espanholas é um dos objectivos de Hollywood", "na América existem até associações de defesa da pedofilia", "alguém explica porque há-de uma criança de 7 ou 8 anos converter-se num ícone de Hollywood", "ao domínio do império americano não escapam nem as criancinhas", foram alguns dos mimos lançados por César Vidal, uma conhecida figura anti-americana de Espanha.

Mas logo surgiram centenas de defensores deste crítico, até mesmo do lado de cá da fronteira. Dizendo que acusa-lo de anti-americanismo era viciar o debate à partida, impedindo que o mesmo se realize. "Existe o direito de criticar este cartaz?" é agora a pergunta lançada, esquecendo o tom virulento das primeiras críticas e o facto de ninguém ter tentado calar o seu autor - apenas se deduziu o óbvio, eram críticas baseadas apenas na xenofobia anti-americana. Os organizadores do festival mostram-se surpreendidos com as reacções, explicando que a polémica imagem é apenas uma citação cinéfila. Guess what, também há crianças na América, e consequentemente, nos filmes americanos.

domingo, novembro 04, 2007

A audiência rénica aposta na Dinamarca

Apesar de ser a Irlanda o único país onde já está confirmado o referendo (e que já disse Não no passado), a audiência rénica aposta na Dinamarca para estragar a festa de Sócras & Cª. Aguardemos. Mas para ser uma aposta ganha basta que se marque de facto um referendo na Dinamarca, e que tal aconteça antes dos outros, disso não duvido.

Fascismo

«(...) Tipo luta de galos. Até que se lembraram dos nagalhos com que se atam fardos de palha. E obrigaram - "ouviram-nos dizer, ou vais buscar ou…" - o "tolo" a ir buscá-lo ao alpendre onde passa as noites. Foi ele que contou tudo na manhã de domingo.

"Com esse é que é gozo", diz Luís, enquanto descansa de um dia de trabalho ao balcão d'"O Regional". Porque esse é simples e faz o que lhe mandam. Com o outro "desgraçado" era um "gozo que não é gozo". O "reinar saudável", ninguém se chateava, não, João "não era o bobo da corte". Quer dizer… "Aquilo que lhe diziam a ele não me diziam a mim…" E o culminar desse gozo? "A brincadeira podia ser normal se o atassem por uns segundos para a gente se rir… A partir daí já não é normal…"

Manuel Oliveira, 73 anos e sem queixa de ninguém, acredita que "os rapazes" que fizeram aquilo "nunca pensariam, talvez, que ele morresse". "Uma coisa que eu tenho para mim é que não o deviam ter abandonado. Faziam isso, sim, mas ficavam a ver a situação do homem". A normalidade…
(...)»

sexta-feira, novembro 02, 2007

Ainda os rankings

Ontem passei uma vista de olhos ao suplemento sobre os rankings do secundário publicado com o JN. As páginas do suplemento não se resumiam a infindáveis listas de escolas, havia vários anúncios a colégios para o ilustrar. Registei ainda outra curiosidade, a escola no último posto também era privada, mas não se viu em lado nenhum a manchete que lhe corresponderia na bovina lógica da imprensa: "Pior escola do país é privada".

É claro que não resisti a espreitar como estaria a minha antiga escola e as suas vizinhas. Curiosamente a posição nos últimos anos têm variado imenso, do top100 ao top 400, o que por si só é revelador da irrelevância da coisa. As escolas privadas das redondezas ficam ligeiramente acima e abaixo, e todas muito longe dos colégios que motivaram as tais manchetes arrasadoras para o ensino público.

Recordo que no meu tempo um dos colégios tinha umas instalações no mínimo pobres, sem laboratórios ou ginásio p.ex., e como na generalidade das escolas privadas, os professores eram os que não conseguiam colocação numa escola pública. Mas mesmo assim nunca lhe faltaram alunos. As razões que levam os pais a colocarem os alunos numa escola privada raramente tem que ver com uma suposta melhor qualidade educativa, isso é coisa recente. No meu tempo pelo menos, era comum ouvir como motivos a exclusividade (social, política, religiosa e étnica, i.e., sem pobres, comunistas, não-católicos ou ciganos), a segurança (portões sempre fechados, o aluno não se pode baldar) e os horários (mais convenientes aos encarregados de educação). Eram estes, e só estes, os motivos que levavam os pais a escolherem uma escola até pior equipada e sem qualquer mais-valia educativa comprovada.

Como é óbvio nem todos os pais e mães com poder económico para escolherem um colégio se deixam levar nessa cantiga. É a esses que é dirigido o actual golpe mediático da suposta "melhor qualidade dos privados", que longe de estar provada, está até em vários casos específicos comprovadamente errada. Não comprem gato por lebre, quando a lebre é um direito que não se vende.

terça-feira, outubro 30, 2007

A distopia liberal sobre a escola pública

Série de artigos do Pedro Sales sobre a "polémica" dos rankings, de leitura obrigatória no Zero de Conduta: I, II, III e IV.

E ainda em defesa da educação pública, ler também "Diz que é uma espécie de governo socialista".

My name is James, just James

A Fernanda Câncio tem toda a razão. Mas há quem vá ainda mais longe. E afinal para que servem os sobrenomes? Já anulando-os é da maneira que se dá uso ao segundo nome próprio que quase toda a gente tem por estas paragens, mas ninguém conhece ou chama. Simplifiquemos pois então.

domingo, outubro 28, 2007

No comments: Sopping 8ª Avenida em São João da Madeira

Os urinóis das casas de banho masculinas, mais fotos aqui.

E estes são os 4 lugares de estacionamento reservados às mulheres naquele centro comercial, pintados de rosa e mais largos que os restantes 1396.

O site oficial mora aqui. E estas informações recolhi-as no Lobby Gay, esse antro de talibãs do politicamente correcto.

sábado, outubro 27, 2007

Partido Moderado sueco aprova moção pelo casamento homossexual

Riksdag, o parlamento sueco em Estocolmo.

Uma larga maioria dos delegados presentes na convenção do Partido Moderado da Suécia (centro-direita) aprovou uma moção a favor da legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo no país escandinavo. Também votaram favoravelmente o direito às lésbicas recorrerem à inseminação artificial em hospitais públicos e à possibilidade dos casais homossexuais adoptarem crianças.

Isto significa que 3 dos 4 partidos que formam a coligação governamental, incluindo o do Primeiro-Ministro (moderado) estão a favor da medida, tal como toda a oposição. Notar que o Partido Moderado se senta em Bruxelas ao lado do CDS e do PSD! Sobram então os cristãos-democratas, contra o casamento, mas que à partida não serão grande estorvo, a aprovação é mesmo uma questão de tempo. Falta apenas saber se a vizinha Noruega conseguirá ser mais rápida.

Ser um governo de centro-direita a aprovar esta lei na Suécia é bem revelador do nosso (da Europa do Sul em geral) atraso de 500 anos chamado catolicismo. É que a par desta discussão no Partido Moderado, uma outra aconteceu na Igreja da Suécia, sobre se deseja ou não que os casamentos religiosos por si celebrados tenham validade legal. Para isso é necessário que as regras do casamento religioso estejam de acordo com as do casamento civil. Os membros da igreja aprovaram democraticamente o reconhecimento legal dos seus casamentos religiosos, tendo já em mente que a breve prazo tal significará a realização de casamentos religiosos entre pessoas do mesmo sexo.

Veja-se a diferença brutal em relação ao Sul da Europa. Uma igreja liderada por um alemão escolhido pelo espírito santo e sedeada num microestado parasitário, que não reconhece o casamento civil (para a igreja católica casados ou divorciados apenas pelo civil são solteiros, ex. Letizia princesa espanhola casada pela igreja depois de um divórcio civil). Mas que por outro lado faz do combate a alterações na lei do casamento que não reconhece, seja hetero ou homossexual, a sua grande causa e luta no século XXI.

Voltemos à Suécia, por lá apenas grupos católicos e evangélicos têm feito real e agressiva campanha contra o casamento homossexual. Mas por lá estes grupos ultraminoritários são vistos com o mesmo olhar com que por cá se olha a IURD, mas não a ICAR. E várias sondagens têm mostrado um amplo consenso popular em torno da matéria. É de realçar que a Suécia foi o segundo país do mundo, na era moderna, a reconhecer oficialmente uniões homossexuais, através de parcerias civis, então pioneiras, hoje em dia apenas desculpas para evitar o casamento. Sendo por isso especialmente valioso o exemplo, as parcerias civis não chegam, podem atrasar o inevitável, mas não o evitam permanentemente e nos tempos que correm são apenas prova de falta de coragem política.

Argumentos pelo Não dados pelo Sim

«Mesmo que consiga ler o tratado, chega ao fim quase na mesma. Um referendo sobre um texto daqueles é muito pouco democrático. Se há entidade que pode ter alguma capacidade de análise são os parlamentares. Alguma... Mesmo assim, se dos 230 deputados, 30 conseguirem entender bem o tratado, já não é mau.»
Ui, ui, 30 em 230 e já é uma sorte, ou seja, 13% dos deputados - garante Deus Pinheiro ao JN. Ora se a Assembleia da República parece estar tão bem preparada quanto o comum dos cidadãos para se pronunciar sobre o tratado (que há-de estar escrito em aramaico, só pode), será tão sensato serem uns ou outros a votarem o dito, não? E se ninguém percebe (salvo 2 ou 3 iluminados), será mesmo boa ideia assina-lo em nome de todos? Não é suposto conhecermos as leis pelas quais nos governamos?

Mas isto são só algumas dúvidas de um, necessariamente imbecil, cidadão comum que nem sequer tentou ler o tratado, por ter já apostado que o mesmo será chumbado num referendo algures. Só é pena que não o seja por cá, seria uma ironia deliciosa. Deixemos então o bombom à Dinamarca, Reino Unido ou Irlanda - dá o teu palpite na coluna do lado.

For the record: eu ainda não tenho nenhuma opinião formada sobre o tratado (pois se o não li) e em geral também simpatizo pouco com referendos. Concordo até com a ideia de que os referendos devem ser só sobre coisas claras e decisivas para todo o país, como a adesão à UE, que devia ter sido referendada.

Mas, toda a arrogância, demagogia catastrofista e o esconder do jogo por baixo da mesa que rodearam a assinatura deste tratado, dão-me uma coceira que só visto... Isso e a sensação de que Sócrates é bem capaz de ter vendido meio Portugal em alguma alínea só pela vaidade pessoal de conseguir o dito cujo futuro defunto tratado.

Política assim é uma chungaria e merece ser chumbada.

You are the light



Jens Lekman

quarta-feira, outubro 24, 2007

Que rico ensino o das madrassas católicas

Dito assim parece que tudo é mel a correr. O que a Lusa não diz é que o número de exames feitos nestes estabelecimentos é muito inferior à média de exames realizados nos liceus públicos. Não explica por exemplo que para se entrar nestas madrassas não basta sequer ser-se rico, há que passar numa entrevista e os "alunos problemáticos" que passem no primeiro filtro são automaticamente convidados a sair mal se revelem.

Ou seja, o que este ranking nos diz sobre as diferenças entre ensino público e privado, é que apesar dos 400 euros de propina mensal e do ambiente ultra seleccionado, estes colégios ficam pouco à frente das melhores escolas públicas, gratuitas e abertas a todos, incluindo alunos externos à escola e que lá queiram fazer os exames. Muito papá e mamã anda a pagar gato por lebre, I'm afraid.

Mas muito mais importante que as diferenças entre ensino público e privado (que estão sobretudo no preço e na diversidade dos alunos) o ranking convida a uma leitura e discussão das diferenças entre escolas públicas dos grandes centros urbanos e as do interior, aí sim encontramos diferenças dignas de registo e indicadoras de reais problemas. Quanto ao resto, não passa de propagandopus e péssimo jornalismo.

Obrigatório ver: " A Outra Margem"

Este filme é lindo, lindo, lindo. Finalmente um filme tuga que me convenceu e comoveu. A não perder.

Pontos menos positivos. A falta de referências explícitas a Amarante, que muita gente não conhece e por isso não reconhecerá, e como se vê é muitíssimo cinematogénica, merecendo por isso a atenção.

O sotaque e vocabulário lisboeta dos personagens nortenhos, por vezes retira mesmo alguma credibilidade aos diálogos - é possível fingir sotaque sem caricaturar, e tal devia ter sido feito.

O fumo por todo o lado, personagens a fumar a toda a hora para cima de toda a gente, coisa que só se vê nos filmes estrangeiros com mais de 10 ou 20 anos (dependendo se são europeus ou americanos) - realista, mas lamentável e tragicamente sintomático.

Finalmente lamento a aparente não aposta na distribuição deste filme pelo circuito de festivais de cinema LGBT, onde faria um vistaço. Fora deles mais facilmente passará despercebido internacionalmente - os prémios em Montreal são simpáticos, mas pouco mais. Posto isto, ide ver e levai lencinhos de papel.

terça-feira, outubro 23, 2007

Paaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai!

Amanhã às 18h na rua Augusta em frente ao BCP. Talvez não seja tarde para organizar semelhantes gritarias em frente das restantes agências do banco do papá...

Os mugidos racistas, vulgo politicamente incorrectos

Politicamente incorrecto é hoje o nome que racistas, homófobos, machistas, xenófobos e demais trogloditas gostam de chamar a si próprios por não gostarem desses nomes tão mais claros e adequados. Por outro lado quem se bate contra o racismo, homofobia, machismo, xenofobia e demais doenças sociais, lutando assim por uma sociedade mais justa, tolerante e aberta, passa a ser um "brigadista da ditadura do politicamente correcto".

Por exemplo, se um cientista moribundo, famoso por um prémio ganho nos 60s, pela sua pesquisa molecular dos 50s (isto é, à volta de moléculas, não de pessoas ou sequer cérebros ou epidermes), faz uma declaração racista ao melhor estilo nazi, usando o seu pedestal de cientista consagrado por trabalhos numa área que não tem nada a ver. Logo surgem os politicamente incorrectos unidos na sua defesa. Pois que é uma questão de liberdade de expressão, pois que tem toda a legitimidade para dizer isso e muito mais, pois que as palavras não matam, pois que ninguém pára a ciência, patati, patatá. E para a semana lá voltarão em manada às crónicas de defesa do legítimo criacionismo, contra a ditadura cientificamente correcta do evolucionismo, patati patatá. Para depois dizerem que é tão legítimo e inócuo dizer que a Terra é redonda, como dizer que é plana, patati patatá.

Digo "em manada" porque convenhamos, gente assim é um bocadinho bovina, não acham? E digo "bovina" para ser elegante, mesmo indo o politicamente correcto para as urtigas, pois, coitadas das vacas, não consta que alguma vez se tenham recusado a pastar ao lado de outra vaca só por essa ser branca-e-preta ou amarela. Mas pronto, antes abusar do bom nome de inocentes animais, que chama-los filhosdaputa e abusar assim de pessoas inocentes. E lá voltei ao PC! :)

PS: Entretanto o pai do ADN, ou melhor, um dos pais do ADN (teve 2 pais e nenhuma mãe, sendo então fruto da homoparentalidade) já se veio desdizer. Veremos quanto tempo mais precisam os seus defensores, pelos vistos serem brancos não está a ajudar a acelerar o processo...

Eis, então, a rebelião (2)

«Uma reunião de paroquianos em S. Cristóvão de Selho, terminou com um ferido. A sessão realizada ontem no salão paroquial foi presidida pelo pároco de Azurém, Manuel Oliveira, e destinava-se a preparar uma visita do Arcebispo de Braga àquela Paróquia. A dada altura, registaram-se protestos contra a forma como a reunião estava a decorrer, o que motivou desentendimento entre alguns paroquianos. Os ânimos exaltaram-se e um dos presentes acabou por puxar de navalha com a qual atingiu um outro indivíduo. O ferido teve de receber assistência no Hospital de Guimarães devido a um ferimento sofrido numa das mãos. Devido ao incidente, a reunião terminou por falta de condições. No local, compareceu a GNR de Lordelo que tomou conta da ocorrência e identificou o autor da navalhada.» [via]
Antes:
«Estrangeiro tenta instigar católicos portugueses à rebelião»
«Eis, então, a rebelião»