quinta-feira, dezembro 20, 2007
Fónix: a reacção do Vaticano ao "A bússola dourada"
Site oficial aqui, trailer legendado acolá e o livro além.
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9:52 da manhã
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terça-feira, dezembro 18, 2007
Se a homofobia mata muita gente...
Pouco importa ao caso que NCP seja militante de um partido prestes a ser extinto por falta de militantes, uma cunha santanista é uma forma tão ou mais democrática de chegar ao parlamento que o voto consciente e esclarecido num partido. Por isso nem vale a pena reclamarem que a petição tem mais assinaturas que o PPM votos e militantes somados, porque.. bem, porque isso é paleio de intolerante com a intolerância e a cunha, duas instituições nacionais, que se souberam preservar melhor que a monarquia.
Uma pena o Santanás não ter ficado mais tempo em S. Bento, ainda veríamos o Duartinho (aquele senhor de bigode que gosta que o tratem por "dom") em Belém, como o menino Jesus. O Cavaco é que lixou tudo.
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10:47 da tarde
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tags: assembleia, forrobodó, homofobia, monarquia, petição, santana lopes
Wanda Sykes on gay marriage
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8:01 da tarde
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tags: casamento, estados unidos, humor, vídeos
A miséria
E também não é difícil perceber que quem aufere o salário mínimo em Portugal é pobre. Trabalha a tempo inteiro, paga impostos, mas é pobre. O anunciado aumento de 5% mal cobre a inflação, que para quem é pobre será mais alta do que para quem é rico, pois quem é pobre não compra, p.ex., material informático, que contribui para uma baixa no cálculo da dita cuja. Enfim, tudo isto é triste e reles, e não é, certamente, motivo para o Sócrates se gabar.
Ler mais sobre o caso no Zero de Conduta e no Ladrões de Bicicletas.
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7:48 da tarde
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tags: cds, economia, josé sócrates, patronato
Rio de Dezembro
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5:53 da tarde
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segunda-feira, dezembro 17, 2007
Como é que se sai da UE?
Isto vem a propósito da ideia de referendar a continuação de Portugal na UE, lançada por alguns opositores ao referendo ao Tratado de Lisboa (TL). É um pouco misturar alhos com bugalhos. Mas é pena que ninguém agarre o repto. É que a UE é-nos apresentada desde que me lembro como 1) uma gorda e generosa teta de dinheiro e 2) uma absoluta inevitabilidade histórica sem qualquer tipo de alternativa.
O argumento de que o TL é inreferendável é bem ilustrativa da ideia de que Portugal na UE não fala, ouve - mais realidade, do que simples ideia. E com o TL falará ainda menos do que até aqui. Deviam agarrar-se antes ao argumento de que os políticos foram eleitos, e desde sempre que os eleitos são do clube Bruxelas-sim-sim. Claro que esse argumento tem o seu calcanhar, já que os eleitos actuais também o foram com a promessa de um referendo...
Mas voltemos à questão da continuação na UE, essa sim interessante. O repto não foi agarrado e não era para ser, era pura retórica para assustar - oh, sair da UE, a tragédia, as trevas! Mas porquê?
A participação de Portugal na UE só poderá ser democrática se for uma escolha livre, e só pode ser uma escolha livre se houver alternativas. Desde 1986 que a adesão é uma contingência, e não será um referendo sob o signo da ameaça que vai transformar isso numa escolha. É por isso que é tão importante que surja no panorama político, à esquerda ou à direita, um plano de saída da UE credível.
Olhe-se por exemplo para a Islândia, que está aberta à UE (é parte de Schengen) sem dela fazer parte (está na EFTA, onde também estivemos), vive da pesca (coisa que também tínhamos antes de 1986) e está em 1.º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano da ONU. Sim, a vida, incluindo a boa, é possível fora da UE. Só não há quem ouse propor tal coisa em Portugal.
Note-se que não digo que apoiaria tal plano, digo apenas que ele é necessário, urgente até. O eurocepticismo é a receita ideal para transformar o nosso euroconformismo em real e produtivo euroentusiasmo, que não vá atrás de tudo o que lhe mandam. É preciso vermos a porta de saída para podermos escolher ficar cá dentro.
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10:34 da tarde
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tags: islândia, união europeia
De "impolítico" é que isto não tem nada
«Sei que é impoliticamente correcto falar de crucifixos, presépios e outros símbolos religiosos, sem imediatamente invocar os símbolos de todas as outras religiões do mundo, como se pudéssemos apagar o nosso passado e fingir que não pertencemos a uma civilização marcada pelos princípios judaico-cristãos.»
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2:11 da tarde
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tags: destak, natal, palermice, politicamente correcto
"Onda de homicídios no Porto" afinal não era apenas exagero da imprensa
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2:09 da tarde
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tags: forrobodó, humor negro, natal, porto
quinta-feira, dezembro 13, 2007
O futuro presidente do Conselho Europeu
Como se faltassem razões para apreciarmos o cachorrinho europeu nº1 de Bush... ou para dizermos ámen ao novo tratado. Vídeo em versão original aqui.
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11:59 da tarde
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tags: forrobodó, george w bush, humor, tony blair, união europeia, vídeos
A assinatura e os beijinhos
Lembrei-me logo deste post do Opaco com o mapa de França dividido por número de beijos que é usual dar-se. Mas ainda mais interessante do que esse, seria um mapa europeu que ilustrasse os locais onde os cumprimentos são igualitários, sejam beijos ou cumprimentos de mão.
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2:58 da tarde
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tags: frança, itália, josé sócrates, lisboa, nicolas sarkozy, união europeia
terça-feira, dezembro 11, 2007
Livros para todas as famílias
Mesmo a tempo do Natal, a edição pela Associação ILGA Portugal de «dois livros infantis ("De onde venho?" e "Por quem me apaixonarei?") cujas histórias e respectivas ilustrações retratam, de uma forma simples, a diversidade afectivo-sexual, promovendo assim a igualdade, o respeito pela diversidade e a convivência cidadã desde a infância. São livros inclusivos, para todas as famílias – esta edição é afinal mais um passo na nossa luta pelo direito à indiferença.» 10€ cada, lançados dia 15 na Bulhosa de Entrecampos, em Lisboa, com a presença dos autores e apresentação de Miguel Vale de Almeida.
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12:18 da manhã
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tags: activismo, evento, ilga portugal, livros
segunda-feira, dezembro 10, 2007
Beijinhos SICk
Já agora, e na TVI, alguém sabe se passa, quando e como?
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11:33 da tarde
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tags: censura, invisibilidade lgbt, moda, publicidade, sic
Onde é que isto vai parar!?
Pior. Além do tom "conversa de café" e do histerismo com que são apresentados os serviços noticiosos da televisão pública (com a falta de qualidade e rigor da privada posso eu bem, não me sai do bolso), nem sequer os casos de faca e alguidar aos quais a TV decide dar máxima importância são apresentados com um mínimo de profundidade. Quais moços de recados do palhacinho de serviço, todos acorrem a interrogar o governo. Mas ninguém é capaz de fazer as perguntas verdadeiramente incómodas e a quem de direito. Quantos agentes da PSP são também seguranças? E de que forma isso interfere com a investigação?
Agora, falar em "guerra" ou "onda de homicídios" no país onde só no ano passado pelo menos 39 mulheres foram assassinadas pelos maridos ou companheiros, sem que tais casos tenham sido notícia fora das páginas do CM e JN, é um bocadinho despropositado não? Ou será que há assim tantos espectadores que sejam seguranças da noite do Porto e devam por isso ser alertados via RTP?
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11:06 da tarde
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tags: crime, jornalismo que empesta o ar, rtp, sensacionalismo
sábado, dezembro 08, 2007
Ecologismo tablóide
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6:24 da tarde
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tags: alemanha, ecologia, energia, jornalismo que empesta o ar, sensacionalismo
sexta-feira, dezembro 07, 2007
E se um coro não for suficiente, chamem a Björk
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4:47 da tarde
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tags: björk, dinamarca, feroé, gronelândia, islândia, música, vídeos
quinta-feira, dezembro 06, 2007
Direito à indiferença
Uma reportagem do The New York Times sobre famílias judaico-cristãs e a competição entre Natal e Hanucá que por vezes isso gera. Entre vários exemplos familiares, o de Rick Draughon (cristão), Scott Gamzon (judeu) e Noah, o seu filho adoptado. Suponho que este tipo de cobertura jornalística, com gays visíveis mas sem um assunto gay ou o termo sequer, só seja possível com mentalidades já mudadas. Suspiro...Curioso também como ao longo da reportagem coisas como a árvore ou o pai-natal são vistos como símbolos óbvia e indiscutivelmente cristãos. Creio que faria bem à harmonia familiar se estas pessoas fossem de férias a Tóquio ou Singapura em Dezembro (nunca fui, mas diz que...).
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bossito
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11:24 da tarde
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tags: cristãos, jornalismo, judeus, linguagem, natal, visibilidade lgbt
Coros de queixas (literalmente)
Mas há pelo menos duas performances apadrinhadas pelo Gato Fedorento que merecem menção (aqui em baixo). Só falta profissionalizarem-se e lançarem um sistema de franchising ou coisa que o valha, todas as cidades portuguesas deviam ter um coro destes. Queixas por certo não faltarão.
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bossito
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9:59 da tarde
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