terça-feira, março 29, 2011
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
This Party Took a Turn for the Douche by Garfunkel and Oates
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sábado, janeiro 15, 2011
O cúmulo do cúmulo da bichice. O vídeo de 2010, para a eternidade.
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tags: bento 16, cultura queer, máfia gay, vaticano, vídeo
sábado, dezembro 11, 2010
Caça ao imigrante no Martim Moniz
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12:51 da manhã
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tags: asae, economia, imigração, lisboa, psp, racismo, sef, xenofobia
sexta-feira, agosto 06, 2010
Recarvalhar Portugal
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tags: ecologia, incêndios, reflorestar
Leituras do ano
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tags: banca, crise, desigualdade, economia, livros
The Story of Stuff
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tags: activismo, consumismo, ecologia, economia, vídeos
Portajar as SCUTs
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tags: estradas, impostos, portagem, scuts, transportes
domingo, junho 06, 2010
Orgulho em ver Portugal no extremo oposto disto
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tags: cristãos, fundamentalismo, homofobia, uganda, violência homofóbica
sábado, fevereiro 13, 2010
Uma proposta de esquerda que morreu na praia
«Socialistas vão apresentar projecto de 'big brother' fiscal, que coloca 'online' rendimentos brutos de todos os contribuintes
Todos os rendimentos declarados, de todos os cidadãos do País, vão ficar à vista de todos os que quiserem ver, na Internet. (...) Sem o imposto final pago, sem as despesas reembolsáveis (despesas de saúde, educação, etc.), mas com o rendimento bruto anual declarado. E, evidentemente, a identificação do contribuinte. Por outras palavras: acaba-se o sigilo fiscal. É o passo seguinte, depois de o Governo ter disponibilizado online a lista dos maiores devedores ao fisco.» DN 03-Fev-10
«Segundo Assis, o PS não concorda com a proposta, pelo que não vai avançar nesse sentido. Sobre o facto de o projecto de Lei ter sido apresentado por três vice-presidentes da bancada [Jorge Strecht Ribeiro, Afonso Candal e Mota Andrade] que, assim, acabam desautorizados, o deputado socialista disse que essa é uma questão que vai ser discutida internamente.
Francisco Assis adiantou que nem sequer tinha conhecimento da proposta, tendo sabido dela pelos jornais (a revelação foi feita pelo “Diário de Notícias”). "A minha discordância em relação a essa proposta vai ao ponto de garantir que, enquanto eu for presidente do Grupo Parlamentar, ela não será apresentada pelo PS", afirmou o líder da bancada parlamentar.» Público 3-Fev-10
«“Striptease fiscal”, “voyeurismo na Internet” e "coscuvilhice fiscal" são os termos usados por CDS-PP, PCP e BE na crítica à proposta de um grupo de deputados socialistas, que contempla o "levantamento parcial do sigilo fiscal" para permitir o acesso público ao rendimento bruto dos contribuintes. (...)
Francisco Louça, do BE, considerou que a proposta do PS para o levantamento parcial do sigilo fiscal é "uma ideia peregrina" e uma "coscuvilhice fiscal", defendendo que o fim do segredo bancário é a única forma de combater a corrupção.» JN 3-Fev-10
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tags: escandinávia, impostos, jornalismo, privacidade
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
E agora o anúncio da Google para a Super Bowl e a versão gay que lhe fizeram
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tags: google, publicidade, visibilidade lgbt
Nova campanha da ILGA Portugal
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tags: activismo, adopção, casamento, ilga portugal, publicidade
domingo, janeiro 31, 2010
O que nos dá a burca?
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tags: blogs, burcas, frança, fundamentalismo
quinta-feira, janeiro 14, 2010
Visibilidade pouco oportuna
Isto a propósito da nova campanha da Coordenação Nacional para a infecção VHI/sida, que só agora se lembrou que não era proibido pôr gays nos seus anúncios. Poderia ter escolhido pior timming? É claro que a prevenção do HIV é trabalho de todos os dias, mas quando no país se debate em prime-time o casamento entre pessoas do mesmo sexo isto vem criar uma distração escusada, senão vejamos:
Este spot chama-se "Relações Ocasionais", um tipo engraçado que as mulheres desejam, mas que no final a pretexto de um cafézinho acaba a acordar num carro junto ao mar com outro tipo engraçado ao seu lado. Ok, há tipos para quem a vida, ou ao menos o engate, é fácil (arranjar casa é que é mais difícil). E usam preservativo. Bons tipos, nada a opôr. Next:
Este chama-se "Relações Estáveis", curioso título para uma campanha de promoção do uso do preservativo. Ora então temos um casalinho gay, super sweet, acordam, vão trabalhar, um para o escritório o outro para a lavandaria, e eis que no supermercado faz a compra mágica, preservativos! Exultemos! Ou não. Quando foi a última vez em que se viu um anúncio da CNIVIH a recomendar o uso de preservativo para casais hetero estáveis!? Uma das vantagens das relações estáveis é que dispensam o uso de preservativo. Em havendo monogamia, amor e confiança o preservativo é dispensável, é um prémio pela fidelidade.
Eu não quero ser mauzinho ou negativo, mas a mensagem que vejo nestes anúncios é "nunca confies totalmente no teu parceiro gay, porque como bem sabes - ver anúncio do cafézinho - no fundo são todos uns valdevinos". Ora esto tipo de mensagem no meio da discussão casamenteira é tudo o que não precisamos. Mais uma vez a CNIVIH a atirar ao lado, buuuuuu.
PS: Já agora, quem teve a brilhante ideia de mudar o nome da Comissão Nacional de Luta contra a sida para Coordenação Nacional para a infecção VIH/sida!? Para a infecção!?
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tags: publicidade, sida, visibilidade lgbt
Conservadores que não querem trabalhar e outras sacanices
Já no DN somos informados que existirão conservadores - das conservatórias - que também querem armar o pingarelho em políticos antigay, e pedir "objeção de consciência" para se recusarem a casar gays, ui córror. Este palavreado parecerá bonitinho aos ouvidos de muito troglodita, mas não cola. Isto é absolutamente um não assunto. O casamento civil é só um ato administrativo, ponto. O conservador não tem que concordar ou deixar de concordar, era o que mais faltava. Se isso fosse tido em conta onde é que iríamos parar? Conservadores a recusarem-se passar a escritura da casa a casais gays? E se o conservador for contra casamentos inter-raciais, também pode recusar? Era o que mais faltava! O conservador é um funcionário da administração e segue as regras, e suas alterações ao longo do tempo, dessa administração. Sempre foi assim, não há porquê mudar. E de certeza que a maioria dos conservadores concorda com isto, não por acaso a notícia do DN não cita um único nome...
Aliás, jornalismo muito pobre é a regra dos dias. Cada vez que fala Isilda Pegado acrescenta um referendo à já sua longa lista de referendos imaginários contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Dir-se-ia que Portugal é o único país da OCDE que ainda não fez um. Acontece que isto não é matéria de advinhações, é muito fácil comprovar. Os referendos de que Isilda fala são em grande parte mentira, nem sempre com o resultado que diz, e sempre no mesmo país, um único país. E não há um jornalista, um entrevistador, que lhe atire a mentira à cara.
Mais, vemos jornalistas que já foram premiados pela ILGA por bom trabalho, a citarem a outra mentira favorita de Isilda Pegado, "que Obama prometeu legalizar o casamento gay nos EUA", sem ai, nem ui. Meus, factos não são opiniões. Factos falsos denunciam-se e corrigem-se.
Haja pachorrinha, que a procissão ainda vai no adro, e de conservadores a jornalistas, a preguiça impera.
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tags: casamento, jornalismo omisso, preguiça
terça-feira, dezembro 22, 2009
Casamento entre pessoas do mesmo sexo prepara estreia na América Latina
Depois do flop de Buenos Aires, tudo indica que a honra caberá à Cidade do México.
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tags: américa do norte, casamento, méxico
sexta-feira, dezembro 18, 2009
Irá o BE juntar-se ao bloco homofóbico no parlamento?
Pontos importantes, para o BE lembrar e reflectir.
Na legislatura passada o BE era o único partido com compromissos eleitorais claros relativos á homoparentalidade. E foi também o único partido a trai-los, quando propos uma lei da procriacao medicamente assistida que excluia as lésbicas
Dito isto, o BE tem pouca ou nenhuma legitimidade para acusar o PS de discriminar gays e lésbicas no campo da parentalidade, e nao pode de forma alguma usar isso como desculpa esfarrapadíssima para lixar o casamento. Se o BE se abstiver na votacao do casamento, como ameca Drago (hallo Drago? Terra calling...) isso será na prática um voto contra, como o do CDS ou PSD. Com uma enorme diferenca, PSD e CDS avisaram que iriam votar contra durante a campanha eleitoral. O BE disse exactamente o contrario. ABSOLUTAMENTE NADA justificaria uma abstencao do BE nesta votacao. A näo ser pulhice, mentira, traicao e homofobia da pior espécie. Aguardo curioso por novas informacoes ou esclarecimentos deste partido.
PS: Talvez seja útil deixar aqui, em jeito de PS um comentário que escrevi n'Os Tempos que correm, apesar de alguma repetição. Já a falta de acentos do post acima e abaixo, lamento, mas agora tenho preguiça de corrigir.
«Quem me dera estar a ser injusto com o BE, quem me dera! Sem ponta de ironia. Mas não é de agora que não vejo qualquer real comprometimento dos dirigentes do BE com os direitos LGBT, mas apenas fazem deles um uso oportunista. Exemplos, aquando da PMA esqueceram-se, aquando da questão Teresa e Lena decidiram aproveitar a onda mediática e encostar o PS à parede, mesmo sabendo que isso daria em nada, pelo contrário, poderia criar precedentes negativos para o futuro da causa. Finalmente vejo o BE muito facilmente tomado de assalto por meia dúzia de lunáticos cujo sonho de vida é a eternização do Maio de 68.PPS: No final imperou o bom senso na bancada do BE, ótimo.Insisto, quem me dera estar enganado. Infelizmente ainda não me foi dado ver nenhum comprometimento sério por parte do BE nestes tempos mais recentes. E se o BE anda de facto a fazer jogatana política à custa de gays e lésbicas, lamento também, mas isso para mim é pura homofobia… do tipo dissimulado. Enfim, caberá ao BE desmentir-me.»
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11:32 da manhã
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tags: bloco de esquerda, casamento, homofobia
quinta-feira, dezembro 17, 2009
Palermice derramada ou o activismo de quinta das Panteras Rosa
Lamentavelmente, outros grupos, que pouco ou nada fizeram por esta luta, e até a boicotaram em vários momentos, surgem hoje, quais ovelhas ranhosas e ressabiadas, a querer manchar um dia que além de histórico é lindo.
Um desses grupos, ligado a um partido político, prefere fazer de um dia de festa mais uma oportunidade para atacar o PS: O motivo, alegam, é a nao legalizacao simultanea da adopcao de criancas por casais de pessoas do mesmo sexo. Como se o casamento fosse dependente da parentalidade ou vice-versa. Vários países do mundo legalizaram a adopcao sem o casamento, e países como a Bélgica avancaram com o casamento, e so anos depois com a adopcao.
É óbvio que ambos sao objectivos do movimento LGBT - aquele que luta pelos direitos de gays e lésbicas e nao por interesses ou agendas partidarias - mas conseguir um antes do outro de forma alguma implica um "casamento de segunda", nem justifica um ataque sujo de quem nada fez por esta conquista.
O argumento é tanto mais falso quando pensamos no silencio deste mesmo grupo aquando da apresentacao da proposta de lei desse outro partido sobre procriacao medicamente assistida, que, contrariando promessas eleitorais, deixou de lado as lésbicas, e nem por isso se ouviu algum rugido.
Mais hilariante ainda é a alegacao de que quem lutou por esta conquista constitui um "sector minoritário dentro do movimento LGBT". Antes de se fazerem alegacoes deste tipo seria importante fazer alguma contagem de espingardas e apresentar números. Mas uma das vantagens de näo se ser uma associacao organizada é mesmo essa, consegue-se a mesma atencao por parte dos média, e o número de sócios é o que nos apetecer imaginar.
Bom, näo seräo estas palermices, denunciadoras de muita dor de cotovelo mais do que de outra coisa qualquer, a estragar este dia. É mesmo um dia lindo. Obrigado a todos os que lutaram por ele.
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quarta-feira, dezembro 09, 2009
Mentiras Pegadas
Confesso que o que mais me chateou é como é possível um texto onde cada número citado, cada facto aludido, está errado pode ser publicado no chamado "jornal de referência" do país? É óbvio que a opinião de um colunista não vincula o jornal à mesma. Mas não estou certo sobre a falta de rigor do mesmo. Quando um colunista usa mentiras chapadas para defender os seus argumentos, e tais mentiras passam no crivo do jornal, é o próprio jornal que fica em causa, transformado que está afinal em veículo transmissor de mentiras.
«Recomendação do provedor. Os textos de opinião do PÚBLICO deveriam passar, antes de publicados, por um crivo de verificação factual idêntico ao que é aplicado às matérias de natureza jornalística.»A f. já se adiantou e postou a desmontagem da coisa, a ler aqui. Mas porque os desmentidos nunca são demais, aqui fica uma enumeração das mentiras factuais da sra Pegado:
1) «O referendo a esta matéria já foi feito em mais de 42 Estados.» «Onde, por decreto, o povo não pode dizer como se quer organizar, apesar de na Europa e na América já se terem feito mais de 42 referendos. Todos os outros 42 Estados estão mal?» Na verdade na Europa nunca se realizou nenhum referendo sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Nos EUA foram 31 os estados a fazê-lo, em alguns casos apenas sobre o casamento, noutros casos o referendo era sobre qualquer tipo de reconhecimento legal de casais homossexuais, e não exclusivamente sobre casamento. Em todos a negação de direitos aos casais homossexuais venceu.
Já na Europa apenas a Suíça realizou referendos comparáveis, sobre parcerias civis, um no cantão de Zurique e outro a nível nacional, em ambos os direitos homossexuais saíram vencedores. Ou seja, é não só mentiroso o número citado por Pegado, como é completamente mentirosa a tentativa de colagem dos resultados americanos à Europa.
2) «O caso da Califórnia é digno de ser contado. No mesmo dia da eleição do Presidente Obama, foi a referendo o "casamento entre pessoas do mesmo sexo" o qual já estava legalizado pela via judicial, há cerca de 4 anos.» De facto é um caso digno de ser contado, e não inventado como fez Pegado. É que em vez de 4 anos, foram pouco menos de 5 meses.
6) «Obama (que diz pretender legalizar o casamento homossexual em todos os Estados)» Diz a quem? Deve ter sido uma confidência exclusiva a Pegado. Porque ao resto do mundo Obama sempre disse durante a campanha precidencial que era contra os casamentos homossexuais, apesar de respeitar as decisões que cada estado tome em relação ao tema.
7) E há mais, muito mais naquele textinho mentiroso, como a conclusão de que Portugal está numa situação ímpar ao não fazer o referendo, o tal que nunca foi feito para o casamento heterossexual, e que a nível mundial foi feito apenas em alguns estados de um único país.
E é isto a opinião publicada na imprensa de referência do país? É isto que distingue o Público do resto? Isilda Pegado não tem vergonha, já sabemos. Mas era suposto o Público ter alguma, ou JMF matou-a de vez? Bom, não custa nada escrever ao provedor.
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segunda-feira, novembro 30, 2009
Sporting não rima com bom marketing
«O departamento de marketing do clube refuta qualquer tipo de discriminação sexual e justifica a campanha da "Gamebox Duo" como uma iniciativa que se "destina a trazer mais mulheres ao estádio".»
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tags: desporto, discriminação, marketing, publicidade, sporting




