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domingo, junho 06, 2010

Orgulho em ver Portugal no extremo oposto disto

domingo, dezembro 23, 2007

Conversões de natal a preço de saldo

Antony Flew, um nome que provavelmente nunca ouviu antes, era, de acordo com o subtítulo do seu último livro, "the world’s most notorious atheist". O título é "There Is a God" (Deus Existe) e foi escrito a meias com o religioso indo-americano Roy Abraham Varghese, Flew é britânico. A questão da nacionalidade não é um pormenor neste caso, já que é curioso constatar o inglês americanizado com que Flew defende a existência de Deus na "sua parte" do livro - Anthony Gottlieb escreve mesmo no New York Times que Flew além de crente parece ter-se tornado americano. Vale a pena ler a crítica completa de Gottlieb - irónico não é? Gottlieb ("Amor de Deus" em alemão) não se deixou convencer por esta conversão.

Convém ainda salientar que Flew, que surge como o "mais notável ateísta" depois de deixar de o ser, sempre teve uma postura muito aberta à ideia religiosa, o seu princípio era presumir o ateísmo até que Deus se evidenciasse. Um princípio sensato sem dúvida, resta saber é se foi sensata a análise da evidência divina entretanto encontrada.

Uma boa deixa para passarmos para a mais badalada conversão da época, não uma mera conversão a um "Deus indefinido" (Flew diz rejeitar as noções muçulmanas ou cristãs de Deus), mas uma conversão a uma organização religiosa com crendices muito específicas e detalhadas, de gravidezes virgens a santidades papais. Falo, é claro, de Tony Blair, o mesmo que no ano passado garantiu ter rezado a Deus para se decidir quanto à Invasão do Iraque - excelentes evidências divinas terá encontrado Blair na resposta. O Iraque é uma festa.

E o Vaticano também, que rejubila com tão notável convertido. Valham-nos as beatas para porem os pontos nos ii. Ann Widdecombe, conservadora britânica convertida em 1993 ao catolicismo, lembra que o histórico de Blair na Casa dos Comuns não é nada favorável à ICAR, basta ver o seu voto em assuntos como o aborto - ou a orientação sexual, acrescento eu. Terá mudado ele de ideias agora? - dispara Widdecombe. Não é provável, já que a sua conversão estava há muito prevista, como informa a BBC. A crença que tinha, a crença que tem - ou seja, ou é mais frágil que o que parece ou não é suficientemente forte para influenciar o seu posicionamento político. Excepto, é claro, em relação à invasão do Iraque, divinamente inspirada. Seja como for, poucas razões para o Vaticano rejubilar.

Disse "poucas"? É ainda menos do que isso, termina assim o artigo da BBC: «Estimativas do número de idas à igreja em 2006, baseadas em números de anos anteriores, revela que 861,800 católicos assistiram à missa todos os domingos, enquanto que os anglicanos que o fizeram foram 852,500.» Para a BBC o facto do número de católicos praticantes ultrapassar o número de anglicanos parece ser o dado relevante destes números. Mas a mim parece que não chegar a 2 milhões o número de praticantes das duas principais igrejas do Reino Unido é, isso sim, o dado a assinalar. 60,2 milhões é o número de habitantes das ilhas, ainda de acordo com a BBC. Mas as notícias são sobre o sr. Blair (que até já ia à missa antes). Bem, pode ser que o sr. Flew se decida a ir um dia destes... sempre seria mais um.

quinta-feira, dezembro 06, 2007

Direito à indiferença

Uma reportagem do The New York Times sobre famílias judaico-cristãs e a competição entre Natal e Hanucá que por vezes isso gera. Entre vários exemplos familiares, o de Rick Draughon (cristão), Scott Gamzon (judeu) e Noah, o seu filho adoptado. Suponho que este tipo de cobertura jornalística, com gays visíveis mas sem um assunto gay ou o termo sequer, só seja possível com mentalidades já mudadas. Suspiro...

Curioso também como ao longo da reportagem coisas como a árvore ou o pai-natal são vistos como símbolos óbvia e indiscutivelmente cristãos. Creio que faria bem à harmonia familiar se estas pessoas fossem de férias a Tóquio ou Singapura em Dezembro (nunca fui, mas diz que...).

quinta-feira, julho 19, 2007

quinta-feira, maio 10, 2007

Igualdade ou privilégio?

«O Tribunal Central Administrativo do Norte (TCAN) condenou em Fevereiro passado a Ordem dos Advogados (OA) por violação da liberdade religiosa.
Segundo a edição [de 16 de Abril] do jornal Público, em causa estava o facto de uma advogada estagiária, membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, cujo dia santo é o sábado, ter pedido a alteração do exame final de agregação, que estava marcado para aquele dia da semana
A Ordem recusou o pedido, mas foi obrigada pelo tribunal a marcar o exame num outro dia, que não sábado.»
Lembro-me de há anos atrás, mal entrei na faculdade, ter lido um regulamento sobre faltas às aulas e ter pasmado pelo facto de não poderem ser justificadas em casos de doença (excepto tuberculose!), mas poderem sê-lo por motivos religiosos. Creio que o mesmo se aplicava aos exames. Basicamente se tencionavas ir ao exame marcado no dia X mas tinhas o azar de ser atropelado pelo caminho, chumbavas. Se não querias ir ao exame para ficar a rezar, marcavam-te nova data.

É claro que os católicos são a minoria religiosa (só cerca de 14% da população a pratica regularmente) mais privilegiada do país, sendo que o seu "dia sagrado" funciona como dia de descanso semanal para todos. Mas lá está, "é para todos", logo mesmo que seja mais conveniente aos católicos, todos podem dele usufruir, o mesmo vale para os feriados religiosos. Ao obrigar as instituições a criarem "feriados personalizados" por motivos religiosos estamos a acrescentar algo, e não a substituir. Estamos a obrigar que as instituições laicas assumam encargos e transtornos extra por causa da crença de alguém. E na prática isto representa uma possibilidade de calendarizar a vida de acordo com as nossas conveniências, usando a religião como desculpa. Uma possibilidade que não está ao alcance daqueles sem qualquer religião.

segunda-feira, abril 09, 2007

E pronto, lá passou mais uma Páscoa

Digam adeus aos coelhinhos e aos ovinhos, ressuscitaram e subiram aos céus, dirão os crentes, foram pela goela abaixo, dirão os realistas. Seja como for para o ano há mais, e no entretanto podem recordar e brincar à salvação, morte e ressurreição do coelhinho aqui [via] ou simplesmente indo à missa aos domingos, mas o joguinho parece-me mais didáctico.

quinta-feira, abril 05, 2007

A família mais odiada da América


Ou "os melhores amigos dos gays". Com inimigos destes, quem precisa de amigos? Esta uma reportagem da BBC dedicada à família Phelps, conhecida por se manifestar junto aos funerais dos soldados americanos mortos no Iraque, onde gritam a plenos pulmões que o seu destino é o inferno por terem morrido ao serviço de uma "nação que tolera os paneleiros". Mas lojas de electrodomésticos que vendam aspiradores suecos também servem de alvo para manif, porque a Suécia é afinal uma "nação paneleira" - mais que a própria América, presume-se.

PS: Na verdade discordo do título dado à reportagem (o mesmo que tem este post), parece tudo tão irreal que nem dá para os odiar, é simplesmente bizarro... custa a crer que existam mesmo.

PPS: Apetece-me tecer mil comentários à peça, tão boquiaberto me deixou... apenas alguns pontos:

1) Tenho pena que a reportagem não tenha explorado um pouco mais as finanças da família, brutos jipes, iPods, telemóveis sofisticados, viagens de avião etc. deixaram-me curioso... não estão assim tão isolados afinal, seria impossível manter o nível de vida. Também podiam ter corrigido o mito urbano do "pastor sueco vítima da ditadura gay".

2) Tenho pena que boas pessoas sejam capazes de actos tão cruéis. Porque é a opinião com que fico sobre a maior parte destas pessoas, acreditam mesmo que estão a fazer "o bem", e são afáveis, simpáticas até... boas pessoas em suma. Ninguém escolhe onde nasce, nem a educação que recebe dos pais.

3) Tenho pena da bichice recalcada do patriarca da família. Fundar uma igreja que se baseia unicamente na oposição ao sexo anal homossexual? Criar pequenos fundamentalistas que se definem nessa mesma oposição? Quem se não uma bicha frustradíssima e analmente virgem para inventar semelhante desvario? Quem? Deus?

4) Não vale a pena enviar-lhes e-mails zangados, já receberam milhares dos espectadores da BBC, o que apenas valeu mais um dos seus manifestos a condenar todo o Reino Unido ao inferno. Se alguma coisa merecem da nossa parte é pena apenas.

domingo, março 11, 2007

Moedas fracturantes (ou o preço do nome de deus)

Estas são as mais recentes moedas de 1 dólar. Há décadas que a U.S. Mint as tenta popularizar junto dos consumidores norte-americanos sem sucesso, já que estes não largam as notas. Para terem noção do disparate saibam que as dimensões de uma nota de 1 dólar são 156 × 66 mm, ou seja, quase tão larga como a nota de 10 euros (127 × 67 mm) e mais comprida que a de 200 (153 × 82 mm)! Tanto papel custa muito dinheiro, e a dimensão exagerada só acelera a erosão. Mas contra hábitos enraizados a razão tem pouco poder, pelo que os americanos só passarão a usar as moedas em vez das notas no dia em que deixem de produzir as últimas (foi sempre assim que se fez em Portugal, e funcionou). Sobre estas questões é muito recomendável a leitura deste post do The Lede.

Mas como se a polémica papel versus metal não fosse suficiente, eis que surge a polémica religiosa. Todo o dinheiro americano, em papel ou metal, tem a inscrição "In God e Trust" (Confiamos em Deus). Nas moedas a inscrição estava numa das faces, mas nesta nova série decidiram coloca-la no rebordo da moeda, tal como acontece com o "GOD ZIJ MET ONS" (Deus esteja connosco) das moedas de 2 euros holandesas. «In actuality the motto "In God We Trust" appears to be merely scratches on the edge of these coins-- that is, unless one looks for it with a magnifying glass.» É o comentário do Catholic World News.

Mas eis que rebenta a bomba, algumas moedas foram postas a circular sem que a frase fosse inscrita no rebordo. Perde-se a conta aos artigos de opinião indignada contra semelhante falha que se acham no Google News, fazem-se já apelos ao boicote da moeda (que independentemente desta polémica estaria sempre condenada ao fracasso imposto pela continuação do fabrico das notas) e proliferam teorias da "conspiração ateia". A boa notícia, para alguns felizardos pelo menos, é que já se vendem exemplares, da agora conhecida como "godless coin", várias centenas de vezes acima do seu valor facial, no Ebay.

Mas eu ainda não percebi bem os receios dos crentes americanos em relação a esta omissão, é a fé em deus que depende da sua marca no dinheiro, ou a fé no dinheiro que depende da assinatura divina? O mais engraçado é que a tal inscrição pode ser facilmente classificada como herege de acordo com várias citações bíblicas, razão pela qual o insuspeito Theodore Roosevelt se lhe opunha com veemência. "Não invocarás o Seu nome em vão", mas um penny é quanto basta para o gasto...

terça-feira, março 06, 2007

Vai à missa

E põe o teu nome na lista negra... AH! AH! AH!

sábado, dezembro 23, 2006

Even you, Brits?

Interessantíssima e oportuna sondagem do Guardian. Segundo a qual 82% dos britânicos considera a religião um foco de tensões e divisões, apenas 16% discorda. 63% descreve-se como não sendo uma "pessoa religiosa", incluindo mais de metade dos que se identificaram como cristãos. Apenas 13% participa em algum tipo de cerimónia religiosa pelo menos uma vez por semana, e 43% garante nunca o fazer. O porta-voz da Igreja de Inglaterra veio dizer que "as pessoas agora têm menos tempo, a vida está mais complicada, etc", enfim, uma série de desculpas que não colam. Tal como em Portugal, é hoje mais fácil a qualquer britânico participar de cerimónias religiosas, as pessoas em geral trabalham menos horas, têm mais dinheiro e mais facilidade de transporte, não participam em cerimónias religiosas porque têm melhor com que se entreterem, tão simples quanto isto. Finalmente só 17% considera a Grã Bretanha como um país cristão, 62% defende que é melhor descrita como tendo várias crenças.

segunda-feira, dezembro 18, 2006

Quando o jornalismo sério parece ser proibido

É o que ocorre quando se vêem coisas como esta publicadas. Comecemos pelo título "Quando festejar o Natal é proibido", estão a pensar no Afeganistão ou na Coreia do Norte? Desenganem-se, o cenário deste bonito folhetim de natal do Público é o Reino Unido, a Espanha, os Estados Unidos e até o pequenino Portugal. Veja-se o primeiro parágrafo:
«Festas de Natal proibidas numa escola em Saragoça (Espanha) para não ofender crentes não-cristãos, empresas que não querem festas natalícias no Reino Unido, árvores de Natal removidas e depois recolocadas no aeroporto de Seattle (EUA) na sequência de polémicas sobre as decorações. O Natal, festa que comemora o nascimento de Jesus Cristo, está a ser limpo da sua raiz, com argumentos como o pluralismo e a laicidade.»
É o salve-se quem puder! Ou talvez não. As "festas de Natal proibidas numa escola em Saragoça" afinal não são várias, mas apenas uma, e não foi proibida, simplesmente não foi realizada. O que o Público não diz é que a escola tem sido atacada por todos os lados por esta simples não celebração. Caso para dizer, quando festejar o Natal parece ser obrigatório.

As empresas que não querem festas natalícias no Reino Unido não são nomeadas na "notícia" do Público, que cita o The Sun - cada vez mais o equivalente britânico ao Público. Mas olhando de forma não ingénua para a coisa, concluiremos que os custos e a sujidade que costumam resultar destas festas, tradicionalmente regadas com muito álcool, serão as causas dessas recusas, e não qualquer pudor religioso - que de religioso pouco ou nada têm as ditas festas em terras de sua majestade.

As árvores de Natal do aeroporto de Seattle foram recolocadas, como diz o Público, e as "polémicas", como se lê em seguida, eram afinal um mero pedido para que o aeroporto usasse também decorações alusivas Hannukkah, que foi mal interpretado - incompetência, nada mais.

Finalmente a "festa que comemora o nascimento de Jesus Cristo" que está a ser "limpa da sua raiz", quem diria? Por acaso as raízes do Natal estão longe de serem cristãs, cristã foi a apropriação de celebrações invernais com múltiplas origens, razão pela qual alguns símbolos pagãos são vistos hoje como "cristãos", porque natalícios - a árvore, por exemplo. Isto é tão verdade que no Reino Unido, e também em Boston, o Natal já foi efectivamente proibido, mas pelos cristãos, no século XVII, que o repudiavam (violentamente) pelas suas origens pagãs.

O Natal de cristão nunca teve muito, e no nosso tempo é sobretudo a festa do consumo e do espírito de solidariedade forçado, celebrada de Roma a Tóquio ou Banguecoque. A mim, como ateu, não me ofendem nada as iluminações ou árvores natalícias, até lhes acho alguma graça quando aparecem em Outubro, embora em Dezembro já andemos todos fartos. Choca-me, isso sim, que na escola pública crianças sejam obrigadas a declamar versos como «Eu sou a escrava do Senhor; que se cumpra o que me disseste.», quando provavelmente nunca lêem nenhum discurso sobre os princípios da nossa República. Choca-me é este jornalismo panfletário e alarmista, que ainda por cima não passa de uma repetição tosca da "war on christmas" inventada pelos neo-cons americanos no ano passado, para ofuscar a verdadeira guerra (promovida por cristãos) no Iraque.

E para provar que aqui no renas não temos nada contra o Natal, deixo duas sugestões bem natalícias:

1) Importe-se a Santa Speedo Run para Portugal! Já aqui tínhamos falado desta corrida tradicional de Boston, e não desistimos enquanto não for transposta para as ruas do Porto.

2) Caganer do Bentinho, se querem mesmo fazer um presépio, façam-no com estilo. E este ano o caganer da moda é do Bento!

E já agora, um bom Natal.

quarta-feira, dezembro 13, 2006

Afinal era do soja

Malta, fomos apanhad@s! A direita americana descobriu o segredo do nosso plano para gayzificar o mundo: alimentar as crianças com soja para que se tornem gays. («Soy sauce is fine. Unlike soy milk, it's perfectly safe because it's fermented, which changes its molecular structure. Miso, natto and tempeh are also OK, but avoid tofu.») Upps, que fazer agora? Plano B, óleo de fígado de bacalhau?

PS: Pensando melhor, promover cultos evangélicos é capaz de dar mais resultado... Hmmm...

terça-feira, novembro 14, 2006

Aborto no YouTube


Estava eu a ver este maravilhoso vídeo no You Tube, uma das mortes mais geniais de sempre da série Six Feet Under (só falta a parte inicial, em que se percebe que as bonecas estavam a ser transportadas para a cerimónia de entrega dos "oscars da pornografia"). Quando me lembrei de procurar por "aborto" no site de vídeos. Nem é preciso abrir os resultados para se perceber o quão maus são. Ainda por cima "aborto" é uma palavra comum ao espanhol, arrastando assim a propaganda pró-prisão mais fanática de toda a América Latina. Bom tudo isto para lançar a ideia de que é urgente youtubar os vídeos dos tempos de antena pró-escolha da campanha de 98, para tentar equilibrar um pouco as coisas. Quem é que os tem?

PS
: Também era giro começar a pensar em estratégias de campanha para o Second Life, mas suponho que o conceito ainda não esteja suficientemente popularizado em Portugal, para valer a pena o esforço...

terça-feira, novembro 07, 2006

Mais polémicas publicitárias da United Church of Canada

A The United Church of Canada é conhecida pela sua tolerância e abertura, bastante atípicas em igrejas cristãs, e também pelas suas polémicas publicidades - lembram-se do anúncio "Ejector" banido pelas tvs americanas? Agora lançou uma nova campanha, em várias frentes (TV, jornais, internet), que lança várias perguntas ousadas (para a maioria da cristandade), tem até um esquilo com nome de rapper, E-Z, que responde a perguntas fáceis, incluindo sobre homossexualidade, o esquilo responde sem hesitações. Tudo isto para promover um site de discussão religiosa, o wondercafe.ca. Ateísmos meus à parte, quando é que esses católicos muito modernitos que povoam este país, se tornam efectivamente modernitos e importam uma filial desta igreja? De modernismos inconsequentes está o inferno cheio, ou melhor, o Vaticano.

segunda-feira, novembro 06, 2006

O blog agora está na caixinha

Falta de tempo e alguma preguiça têm feito com que o blog seja actualizado menos vezes, e sobretudo passe ao lado de assuntos altamente blogáveis como todo o caso Ted Haggard, influente líder evangélico norte-americano, casado e pai de 5 rebentos, conselheiro da Casa Branca, machista, pró-prisão, anti-evolucionismo, anti-casamento gay, ah, e claro, grande connoisseur da prostituição masculina. Mas é também para suprir estas falhas que está na barra lateral a caixinha dos "posts a não perder". E é também esse um dos motivos para a preguiça reinante por aqui, para quê escrever se outros o já fizeram tão bem? Para os mais desatentos fica então a dica, atenção à caixinha, que em geral é refrescada 2 ou 3 vezes ao dia.

quinta-feira, novembro 02, 2006