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quarta-feira, fevereiro 10, 2010

E agora o anúncio da Google para a Super Bowl e a versão gay que lhe fizeram



sexta-feira, junho 15, 2007

Google participará no Europride em Madrid

E ainda no Gay Pride de Nova Iorque e São Francisco, garantem alguns sites. Uma boa notícia, para compensar uma série de pequenos incidentes e puritanismos googlianos face a conteúdos gay (nomeadamente no YouTube) sem correspondência com conteúdos semelhantes em modo hetero.

terça-feira, maio 01, 2007

iGoogle


Creio que esta funcionalidade já existia no google.com, mas nunca me tinha dado ao trabalho de explorar devidamente. Resumindo, adoro. Mas eu sou um google junkie*, não consigo ser neutro e não será por mim que o Google falhará no seu plano de dominar o mundo...

* Quer dizer, excepto em relação ao YouTube, cada vez mais prefiro o Dailymotion.

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Sapo vira local

Óptima notícia. O portal de notícias do Sapo acaba de lançar uma série de edições locais, uma por cada concelho do país. Aparentemente tudo funciona de forma automática, como com o Google Notícias, mas usando como fontes não apenas sites noticiosos, mas também blogs, os vídeos e fotos dos utilizadores do Sapo, e ainda algumas funcionalidades como previsão do tempo, mapas ou links úteis. Ainda está em modo beta, mas promete.

A grande fragilidade parece-me ser o automatismo aliado a conteúdos dos utilizadores, exemplo, na página de Braga uma das fotos (no momento em que escrevo estas linhas) é pornográfica, apenas porque foi classificada com a tag "braga", e isto apesar do "sapo-bispo" que serve de logótipo à edição bracarense (só as capitais de distrito têm direito a logo próprio). Arranjar mecanismos que possibilitem que os próprios visitantes decidam o que é publicado, ao estilo web 2.0, seria muito positivo - sobretudo em relação aos conteúdos não-profissionais.

De qualquer modo este é já mais um forte trunfo face ao rival Google Notícias, que continua a ganhar na rapidez de busca e maior diversidade de resultados. Outro trunfo valioso,que já existia, é a banca dos jornais. O Sapo Local é também um mecanismo importante para desenvolver dinâmicas internéticas de carácter concelhio, e logo, um incentivo à internetização do país. Parabéns aos sapos.

segunda-feira, janeiro 08, 2007

quinta-feira, outubro 26, 2006

Addicted to Google

Há já muito tempo que procurava um agregador de novas, por lhes conhecer as vantagens teóricas. Mas na prática tanto o Bloglines como o Kinja, falharam na missão de me convencerem e fidelizarem. Será alguma incompatibilidade estética talvez, mas experimentado o Google Reader não quero eu outra coisa. Para quem não sabe todos estes sites permitem guardar os nossos blogs ou sites noticiosos favoritos, avisando quando à coisas novas on-line. Dependendo do site, a nova poderá ou não ser lida por inteiro no agregador sem sequer termos que ir ao blog original. É perfeito para não perdermos pitada dos blogs que não visitamos diariamente por não terem actualização diária ou constante. Adicionar novos blogs à nossa conta do Google Reader é facílimo com o Firefox, basta clicar no botãozinho laranja à direita da barra de endereço e adicionar. Por último há ainda a registar a opção de tornarmos públias as nossas novas favoritas, melhor ainda, até de criar caixas das nossas novas favoritas que podem ser colocadas nos blogs. Já faltou mais para que "google" seja sinónimo de "internet". O plano de dominação global avança a passos largos, este post é apenas mais um humilde contributo para a ditadura googliana que se avizinha.

PS: Entretanto na barra lateral, a título experimental, adicionei uma caixa com os posts cuja leitura me parece mais recomendável. Não sei ainda se está ali para ficar, até porque tem revelado algumas falhas de funcionamento, mas para já parece-me uma óptima forma de sugerir leituras, melhor que a lista de blogs em bruto...

segunda-feira, outubro 09, 2006

Estratégias para o activismo online pró-escolha

O referendo aproxima-se a passos largos e não se nota, ou eu não noto, grande entusiasmo ou preparativos para o mesmo do lado do Sim. As razões são muitas, cansaço da discussão, cansaço de fazer trabalhos que competiam à assembleia, enfim... Mas o referendo é praticamente certo, e ao menos desta vez o secretário-geral do PS vai mesmo à luta. É essencial que nos mobilizemos o quanto antes, e que tenhamos noção do quão importante este referendo é para o futuro do país, muito para além do aborto. Isto é a oportunidade de mostrar que a sociedade progrediu, e que o peso político de certas entidades (terrenas ou não) está completamente sobreavaliado. É preciso pôr mãos à obra portanto. Um dos campos de batalha que não pode ser desprezado é este onde me lêem, lancemos então bits e bytes pró-escolha.

1) Banners e badges. O que está ali em cima é óptimo, encontrei-o no Arrastão, e como este encontram-se vários pela net, o problema é que estão todos em inglês. Há por aí boas pessoas com jeito para estas coisas, ou simplesmente com programas melhores que o paint, que queiram investir algum tempo nisto? Eu encarrego-me da sua publicação, aqui no renas, ou, se forem muitos, num site criado para o efeito. Deixo desde já algumas frases adaptadas de slogans anglófonos:

- És contra o aborto? Então não abortes!

- Se o feto for gay prometes continuar a defender os seus direitos?

- A tua religião fora do meu útero.

- Se és pró-guerra, anti-igualdade e achas que o buraco do ozono é inofensivo, como te podes chamar pró-vida?

- És pró-escolha ou pró-cabide?

- Maternidade responsável ou maternidade forçada? És tu que decides.

- IVG: em caso de dúvida vote SIM!

Este é último é da Manel. São só algumas sugestões, muitas outras frases são possíveis, nomeadamente específicas para os blogs: "Este blog é pró-escolha, vota sim".

2) Google. O Google é a porta de entrada na internet, e quem bate à porta a perguntar por "aborto" é muito mal encaminhado. Pesquisando na versão portuguesa o primeiro resultado é um manhosíssimo site brasileiro anti-escolha, depois as Women on Waves (associação holandesa), Aborto.com um site pró-escolha espanhol traduzido em português, depois novo site brasileiro anti-escolha e católico, depois um resultado do aeiou que remete para um site anti-escolha português e finalmente uma série de notícias fecham a primeira página de resultados. Ou seja, não só os sites anti-escolha ganham em número e posicionamento, como nenhum dos sites pró-escolha é português.

É urgente que haja conteúdo especificamente português (para assim poder responder a dúvidas sobre a legislação e realidade do país) de qualidade e, claro, pró-escolha. Se esse site já existe avisem-me por favor, que não está googlável. E como se googlaliza um site? Linkando-o fortemente. É por isso que ao descrever os resultados do Google tive o cuidade de linkar os pró-escolha, e não linkar nenhum dos machistas. Quanto mais linkado é um site, melhor posicionado surge no Google e outros motores de busca, tanto melhor se o link conter a palavra através da qual se pretende que o site seja googlado. 'Bora lá fazer listinhas de links pró-escolha nos blogs? Ou melhor ainda, sempre que escreveres a palavra "aborto" no teu blog ou site acrescenta-lhe um link pró-escolha.

3) Wikipédia. A Wikipédia aparece só na segunda página de resultados da busca por "aborto", mas facilmente surgirá na primeira. O problema é que o artigo sobre interrupção da gravidez está ainda longe da qualidade ideal. É óbvio que não estou a sugerir aqui que o transformemos em propaganda pró-escolha, não é isso que se espera de uma enciclopédia. Mas o artigo está ainda muito incompleto, e é quase nula a referência à situação portuguesa. Qualquer pessoa o pode editar, por isso mãos à obra, sim?

PS [às 21h50]: A primeira contribuição já chegou, é do Eduardo e brevemente estará disponível em diversos tamanhos em endereço a anunciar. Obrigado, está excelente!


Podes enviar mais para renaseveados[at]gmail.com.

quarta-feira, setembro 06, 2006

200 anos de notícias

O Google não pára de surpreender, agora lançou o News Archive Search, i.e., a possibilidade de busca em arquivos noticiosos que vão tão longe quanto 200 anos no tempo! O actual serviço Google News estava limitado a notícias com menos de 30 dias. Claro que as buscas por notícias anteriores à era da internet acabam por ter poucos resultados e quase todos pagos, mas é excelente para buscas sobre os últimos anos. Para já só em inglês. Via Chuza!, mais informações na BBC.