quarta-feira, fevereiro 10, 2010
terça-feira, fevereiro 19, 2008
Enriquece a tua biblioteca
Por tudo isto é coolíssima a ideia da ILGA do patrocínio de bibliotecas. Quem patrocina és tu e a ILGA faz o serviço; a quem não o quiser fazer directamente, claro está. A oferta às bibliotecas é então a colecção editada pela ILGA em colaboração com a Fundação Triângulo Extremadura. Para que pequenos e graúdos possam então ter acesso na sua biblioteca a livros que reflictam a realidade em toda a sua diversidade. Serviço público pois então.
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bossito
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terça-feira, dezembro 11, 2007
Livros para todas as famílias
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bossito
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12:18 da manhã
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segunda-feira, junho 25, 2007
Páginas da Vida
Clara Carvalho (do Clube Safo)
Manuel Cabral Morais (da ILGA Portugal)
Miguel Vale de Almeida
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sábado, junho 16, 2007
Não vale a pena chamar o santo, pode ser laico sff
«Ana Sara Brito, a terceira da lista do PS às eleições em Lisboa, liderada por António Costa, disse hoje que a candidatura está aberta à realização de casamentos civis, incluindo de homossexuais, no Salão Nobre da Câmara. "O direito dos homossexuais ao casamento é um direito que nós defendemos", declarou a socialista, num debate promovido pela ILGA Portugal, nas instalações da associação. Ana Sara Brito acrescentou que "se o Governo ou o Parlamento aprovarem" o alargamento do casamento aos homossexuais, estes poderiam casar-se numa cerimónia civil dos casamentos de Santo António.»Óptima notícia. Só não percebo porque não pude ver nada na TV sobre o primeiro debate entre as principais candidaturas ao município lisboeta...
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quarta-feira, junho 13, 2007
Lisboa e @s LGBT: as ideias e propostas d@s candidat@s à CML
- Helena Roseta (n.º 1 da lista Cidadãos por Lisboa)
- Teresa Caeiro (n.º 2 da lista do CDS)
- Ana Sara Brito (n.º 3 da lista do PS)
- Gabriela Seara (n.º 3 do Lisboa com Carmona)
- Carlos Moura (n.º 6 da lista da CDU)
- Sérgio Vitorino (nº 24 da lista do BE)
- Nilza Sena (1.ª suplente da lista do PSD)
Claro que convém ter em conta que Teresa Caeiro é muito provavelmente a figura mais gay-friendly de todo o, por regra nada friendly, CDS-PP. E terá sido isso, e não o seu segundo lugar na lista, o motivo da sua escolha. De qualquer forma o CDS terá que suar para eleger o número 1, sendo certa a não eleição de Caeiro.
Já o Bloco opta por remeter para o 24º da sua lista a representação no debate. A desculpa de que assim se faz representar por um activista gay poderá convencer algumas pessoas. Mas a mim parece um claro menosprezo do assunto, atirado desta forma para o "gay de serviço" (independentemente do seu mérito, não é isso que está em causa), que não tem qualquer hipótese de eleição, sendo por isso indiferente a sua gay-friendliness, pois dos possíveis eleitos do BE continuaremos sem saber a opinião (que está longe de ser unânime no partido).
Seja como for a coisa promete (sobretudo por Helena Roseta e Ana Sara Brito), e era óptimo que @s lisboetas LGBT comparecessem em peso ao debate, para que os candidatos se sintam efectivamente confrontados com as questões dessa parte da população.
PS: A maioria feminina do debate também é reveladora, sobretudo pelo contraste com a norma do debate político nacional.
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terça-feira, junho 05, 2007
De volta ao Terreiro do Paço
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segunda-feira, abril 09, 2007
O argumento que faltou
Dizer aos políticos nacionais que a lei era homofóbica, machista, reaccionária, ineficaz, a anos-luz das melhores legislações europeias, era o mesmo que mostrar um palácio a um boi. O truque estava mesmo em lembrar que as fronteiras já não existem e que algumas portuguesas além de serem levianas ao ponto de estarem dispostas a engravidar a solo, não se importam que o esperma seja espanhol. Castelhano inclusive... Que diria a padeira de Aljubarrota se ainda vivesse?
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sexta-feira, março 02, 2007
Discriminações multiplicadas
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quinta-feira, março 01, 2007
Jornalismo fracturante, sociologia fracturada
«O mesmo diria, aliás, acerca dos casamentos gay, que no caso de serem postos a votos seriam certamente recusados. Estou convencido de que nem sequer entre a comunidade gay (se tal existe, o que duvido) há unanimidade a esse respeito?Esta é uma das respostas de Villaverde Cabral, entrevistado na qualidade de sociólogo, mas a mandar bitaites na pose "sentado na tasca a beber uns copos". Não sei se há, era uma confusão e tal... pá, bué cenas, em suma. De qualquer modo há um ponto que merece especial atenção, o da opinião da "comunidade gay". É apenas mais um sinal de que bastará haver um gay, ou pseudo-gay, disposto a fazer o papel de colaboracionista com os homofóbicos, para que a cobardia política a ele se agarre com unhas e dentes para provar que o casamento "não é uma prioridade"... Quem se oferece para o frete?
E também não sei se a adopção por homossexuais é uma grande ideia. Já reina a maior das confusões sobre o sistema de adopção em Portugal, como se tem visto pelo caso Esmeralda; não creio que haja grande vantagem em complicar ainda mais as coisas!»
PS: Alguém recorde sff ao sr. Villaverde Cabral que ele é um dos signatários da petição pelo casamento entre pessoas do mesmo sexo que a ILGA Portugal lançou. Ou será que só a assinou para mostrar que nem entre os defensores do casamento há um consenso favorável ao casamento?
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quinta-feira, fevereiro 22, 2007
Um ano depois da morte da Gisberta
«El PP dio ayer la sorpresa en el Senado y votó con todos los demás partidos la ley que regulará el cambio en el Registro Civil y otros documentos oficiales del nombre y sexo de las personas transexuales. El Grupo Popular había votado en contra en el Congreso, y se abstuvo en la Comisión de Justicia del Senado. La Cámara Alta es "de segunda lectura y enfriamiento, y lleva a una mayor reflexión", dijo el portavoz popular, Evaristo Nogueira, para explicar el cambio. "Los transexuales llevan una lucha muy importante desde hace muchos años", afirmó.»Notar que o PP espanhol está à direita do PSD português. O segredo está portanto na informação séria, serena e continuada. É por aqui, por aqui...
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sexta-feira, dezembro 29, 2006
Já viste isto?
PS: Em menos de uma hora o anúncio já ultrapassou as 100 visualizações no Sapo!
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sábado, novembro 18, 2006
Do que não fala a imprensa
1) Legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo na África do Sul. Vários motivos pelos quais o assunto devia ter despertado a atenção da imprensa portuguesa. A África do Sul tem das maiores comunidades portuguesas a residir fora do país, foi a primeira república em todo o mundo a avançar com esta lei, o primeiro país africano, e como lembra a ILGA Portugal:
«A decisão do Tribunal Constitucional da África do Sul tem um eco particular no caso português. De acordo com o Tribunal, a anterior definição legal de casamento era "incompatível com a Constituição e não válida na medida em que não permite aos casais do mesmo sexo beneficiarem do estatuto e das vantagens, bem como das responsabilidades, que atribui aos casais heterossexuais". A Associação ILGA Portugal chama a atenção para o facto de existir a mesma proibição explícita da discriminação com base na orientação sexual nas Constituições da República Sul-Africana e da República Portuguesa. Portugal é, aliás, o único país da Europa cuja Constituição inclui essa proibição explícita.»E tal como aconteceu na África do Sul, também nos tribunais portugueses anda um processo que procura esta medida. Teresa e Lena, lembram-se?
2) Por falar em ILGA, os prémios arco-íris 2006 (fotos e discursos no link) foram simplesmente ignorados pela imprensa nacional. Valha Espanha, a agência EFE noticiou, e os ditos foram notícia da Tribuna de Salamanca ao El Mundo.
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sexta-feira, novembro 03, 2006
Nobel do Arco-Íris
Já são conhecidos os laureados deste ano pela Associação ILGA Portugal, pelo seu contributo no combate à ignorância e preconceito:
- ‘Aqui não há quem viva’, Teresa Guilherme Produções
- ‘Laramie’, Teatro Municipal Maria Matos (Diogo Infante, Direcção Artística)
- Luís Grave Rodrigues, Helena Paixão e Teresa Pires pela primeira tentativa de casamento entre pessoas do mesmo sexo em Portugal
- São José Almeida, jornalista do Público
- Unidade de Missão para a Reforma Penal
Parabéns a tod@s!
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terça-feira, outubro 24, 2006
Ainda a sondagem da Católica
De resto ninguém duvida que o país onde estamos é homofóbico. Como bem diz a ILGA em comunicado, não é o casamento entre pessoas do mesmo sexo a questão fracturante, o que fractura o país é a homofobia, sendo as respostas à questão do casamento apenas um dos sintomas disso mesmo. Agora o que mais me fez desconfiar desta sondagem é a ligeira evolução negativa que ela representa face à anterior. Pois se o país é homofóbico, não é menos verdade que nos últimos anos (sobretudo nos últimos dois) se tem assistido a muitas alterações positivas na forma como as pessoas encaram a homossexualidade e @s homossexuais. Esta sensação não sou só eu que a tenho, e por isso estranho não a ver reflectida na sondagem da Católica, mesmo com todos os cuidados de comparar sondagens com metodologias bem diferentes.
Quanto ao mais o problema não é, claro, a sondagem, o problema é que quem tem nas mãos a faca para cortar este queijo recusa-se a fazê-lo. E já agora, sim a igreja tem mesmo uma embirração especial contra os gays. À excepção do aborto, nenhuma outra oposição da igreja é tão visível nos média como a contínua campanha contra qualquer tipo de reconhecimento das uniões homossexuais. Mas não é o nome da universidade o problema maior deste estudo, embora seja uma questão que não deva ser menosprezada, até porque é fácil evitar esse possível factor de distorção em futuros inquéritos.
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