sábado, dezembro 11, 2010
segunda-feira, março 17, 2008
1 país, 2 preçários
Também na SIC uma reportagem recente mostra como se convive bem com as diferenças de preços de serviços idênticos pagos por todos. No caso o metro de Lisboa, que passou a usar um sistema de bilhetes idêntico ao que o metro do Porto usa desde a inauguração - tal facto está ausente da peça, a quem ocorreria comparar os dois únicos metropolitanos do país? Adiante, bilhetes parecidos, preços diferentes, o metro de Lisboa, caríssimo na construção, continua muito mais barato para o utilizador que o do Porto, de construção muito mais económica e situado numa região de muito menor poder de compra.
Mas a regionalização é que nos iria retalhar a alma nacional, claro está. Este tipo de diferenças une-nos e aproxima-nos... do abismo, pelo menos.
PS: Está visto que o que compensa do ponto de vista do interesse regional é ter líderes que usem a chantagem da independência para angariarem investimentos e gratuitidades várias. A diferença é que há portugueses com direito a elegerem líderes regionais, e portugueses sem esse direito. No estrangeiro chamam "xenofobia" a estas coisas...
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tags: impostos, lisboa, madeira, minho, porto, regionalização, xenofobia
sexta-feira, março 14, 2008
Alô, Rosé Luís? Devolve-nos o nosso Sócras original sff
[http://videos.sapo.pt/5ZKQSjdTsqo6097yugK9]
Assinado, Povo Tuga.
PS: E pronto, em troca não deixamos mais os professores irem pra rua, é que quase chora a falar nisso, partiu-se-nos o coração.
PPS: O passeio final é onde mesmo? Nápoles? Aproveite a amizade com a mulher do presidente da câmara e meta uma cunha pra lavarem a rua, fica mal um PM num lugar daqueles, assim, consoante está.
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quinta-feira, dezembro 13, 2007
A assinatura e os beijinhos
Lembrei-me logo deste post do Opaco com o mapa de França dividido por número de beijos que é usual dar-se. Mas ainda mais interessante do que esse, seria um mapa europeu que ilustrasse os locais onde os cumprimentos são igualitários, sejam beijos ou cumprimentos de mão.
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terça-feira, outubro 02, 2007
Diga-se o que se disser, o mirandês entende-se muito melhor que o madeirense, seja falado ou escrito
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sexta-feira, setembro 07, 2007
Mais um partido por Lisboa
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tags: centralismo, lisboa, micropartidos
domingo, julho 15, 2007
Freguesia a freguesia
O desinteresse dos lisboetas é ainda mais impressionante se tivermos em conta a quantidade de gente que achava que o veredicto local devia ter leituras nacionais, nomeadamente de avaliação do governo que é (ou devia ser) de todos... Está visto, 1 voto em Lisboa vale por 100 em Carrazeda de Ansiães. O que é que tenho que fazer para votar aí em baixo? Avisem também o novo autarca, porque parece que vota em Sintra...
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Maoístas e neo-nazis são os únicos que aumentam o número de votos
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O azar de Carmona
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Efeito Portas abertas (2)
CDS-PP perdeu o seu vereador em Lisboa.
Relacionado: «Efeito Portas abertas».
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domingo, julho 08, 2007
As biclas e as cidades
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quarta-feira, junho 27, 2007
Tratado de Lisboa 3: Schengen e Sintra
Não se imagina que o próximo tratado da UE, caso se confirme, venha a ter o impacto mediático do Acordo de Schengen. Mas terá certamente um mediatismo semelhante ao de Maastricht ou Nice, aliás, até maior, dado que a UE entretanto cresceu e o tratado será assinado por mais países. As pessoas que conhecerão o tratado já conhecem certamente o nome Lisboa. Nada acrescentará ao seu conhecimento ou curiosidade o tratado levar esse nome. Nem se justificam reportagens catitas sobre o local onde o mesmo foi assinado, é por demais conhecido. A imensa publicidade que o tratado trará à cidade onde for assinado é irrelevante se essa cidade for Lisboa. Mas vale milhões se for outra cidade qualquer. Sobretudo se for uma cidade com potencial turístico. O governo nem precisa dar folga à sua visão centralista do país para evitar que essa oportunidade, ou esses milhões, sejam atirados ao rio. Basta assinarem o tratado em Sintra para o aproveitamento ser muitíssimo maior. E o centralismo permaneceria intacto!
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Serralves, País de Gales
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segunda-feira, junho 25, 2007
O Tratado de Lisboa 3
Tratados de Lisboa já há dois, o de 1668 e o de 1864. Mais um irá criar confusões não só com esses, mas ainda com a Estratégia de Lisboa. Os jornalistinhas da praça bem podem dar pulinhos de alegria com a honra, mas Lisboa não ganhará qualquer fama extra à custa do tratado. Nem o Porto ganharia. Mas já houve cidades a ganharem um lugar no mapa à custa de um tratado, de Tordesilhas a Maastricht ou Schengen. Ou seja, esta é uma oportunidade de ouro para pôr Guimarães, Viseu ou Évora no mapa da Europa, para dar apenas três exemplos dos muitos possíveis. É claro que isso por si só nada traz à cidade, mas possibilita e facilita mil e uma coisas. Imaginem só quanto não custaria a qualquer cidade média portuguesa pagar publicidade que lhe desse um centésimo da visibilidade na Europa, que a assinatura do tratado lhe traria de graça? Assina-lo em Lisboa é atirar dinheiro ao Tejo.
Mas seja como for, discuta-se é o conteúdo do dito cujo, em vez de dar pulinhos provincianos de alegria inconsequente só por ser assinado no sítio do costume.
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3:40 da manhã
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Marcha nos média
O Esquerda.net publicou vários apontamentos, como esta cronologia sobre o movimento LGBT português. Sá Fernandes também anunciava com grande destaque no seu site de campanha a presença na marcha e arraial. Nos sites dos restantes candidatos não encontrei nada. Assim que for aparecendo mais material, nomeadamente as reportagens dos outros canais de TV e notícias sobre o arraial, aqui será acrescentado.
Actualização: Vale a pena ler a crítica do Max à reportagem da RTP, definitivamente "stand up comedy" não rima com "rigor jornalístico". Também na RTP houve uma entrevista, que também deixou muito a desejar pela parte entrevistadora, a Paulo Côrte-Real, da ILGA, vale bem a pena ver pelas respostas. Pode ser tudo visto no site da RTP, escolher Jornal 2 de dia 23 e saltar para o minuto 23. No Telejornal do mesmo dia, no minuto 20 da primeira parte, ainda uma nota sobre a participação de Sá Fernandes. Obrigado Leonor. Agora também no Sapo:
No Diário de Notícias uma descrição muito catita, como disse o Heliocóptero, vale a pena ler. No Portugal Diário uma galeria de fotos. Também no site da ILGA, ainda com um resumo sobre o Arraial. Finalmente um vídeo do portal Esquerda.net:
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sábado, junho 23, 2007
Tod@s à realeza
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1:58 da manhã
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terça-feira, junho 19, 2007
O PND exige, o renas humildemente esclarece
«Lisboa: PND exige esclarecimentos do PS sobre casamentos gay»Porque na política, como na vida, temos que saber quando, como e sobretudo a quem podemos exigir o que quer que seja. E se o PND nada pode exigir ao renas, muito o menos o poderia ao PS, considerem isto uma liçãozinha por caridade.
«A lista candidata do Partido da Nova Democracia (PND) à Câmara Municipal de Lisboa considerou hoje «lamentável» que a questão dos casamentos entre homossexuais seja «emblema» da campanha eleitoral e exigiu esclarecimentos do candidato do PS.»Curioso lamento este. É que eu só oiço falar em PND precisamente quando o casamento homossexual vem à baila numa campanha eleitoral. Relembro as legislativas. Será por ser esse o único assunto deste partido? Ou será que simplesmente os casamentos gay dão sorte ao PND?
«Em comunicado, a lista candidata da Nova Democracia exigiu esclarecimentos públicos de António Costa e considerou estranho que os candidatos do PSD e do CDS «mantenham um silêncio» sobre esta matéria.»E continua a falta de visão e estratégia. Qual é o interesse do PND em que o CDS ou o PSD se tornem igualmente obcecados cruzados contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo? Lá se ia a agenda, que restaria ao PND?
««Quem é homossexual e não anda de braço dado com o folclore de certas organizações não aceitará por certo ser constantemente usado por políticos que recorrem a todo o tipo de meios para obter votos», salientou.»Ora quem salientou foi a lista do PND, segundo a notícia da Lusa. Só não se percebe se a lista fala em nome próprio ou não. Seja relativamente aos políticos que apenas usam os homossexuais como arma de arremesso, seja em relação aos "gays anti-folclore", que é gente, como se sabe, muito dada ao cinzentismo dos partidos de direita.
««Dr. António Costa se quer respeito para as suas ideias não pode ofender as convicções de quem pensa de forma diferente», disse ainda a lista candidata da Nova Democracia.»Curiosa esta "lista falante", além de falar, quer que os outros se calem. Belo conceito de democracia.
Dica grátis, lembrei afinal que a última vez que ouvi falar neste micropartido não foi a propósito do casório sodomita, mas do seu candidato nas eleições madeirenses, que foi para um comício de Alberto João Jardim insulta-lo, conseguindo assim algo que nunca nenhum outro político tinha conseguido: dar um ar civilizado a Jardim. Ora se bem me lembro também, a estratégia da baixaria resultou, o PND elegeu um deputado ou coisa que o valha. Eis portanto a vossa receita para o sucesso, ide insultar o Carmona e deixai a gayzada em paz, que nós, @s folclóric@s, não temos pingo de pachorra a perder com micro-listas, por mais straight acting que sejam...
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12:36 da manhã
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quarta-feira, junho 13, 2007
Dúvida existencial: o Toy não era apoiante da CDU?
Via Costa do Castelo. Dica para o sr. Carmona, o Toy não é nenhum Darth Vader a dançar salsa, sei que às vezes parece, mas não é e não engana.
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Lisboa e @s LGBT: as ideias e propostas d@s candidat@s à CML
- Helena Roseta (n.º 1 da lista Cidadãos por Lisboa)
- Teresa Caeiro (n.º 2 da lista do CDS)
- Ana Sara Brito (n.º 3 da lista do PS)
- Gabriela Seara (n.º 3 do Lisboa com Carmona)
- Carlos Moura (n.º 6 da lista da CDU)
- Sérgio Vitorino (nº 24 da lista do BE)
- Nilza Sena (1.ª suplente da lista do PSD)
Claro que convém ter em conta que Teresa Caeiro é muito provavelmente a figura mais gay-friendly de todo o, por regra nada friendly, CDS-PP. E terá sido isso, e não o seu segundo lugar na lista, o motivo da sua escolha. De qualquer forma o CDS terá que suar para eleger o número 1, sendo certa a não eleição de Caeiro.
Já o Bloco opta por remeter para o 24º da sua lista a representação no debate. A desculpa de que assim se faz representar por um activista gay poderá convencer algumas pessoas. Mas a mim parece um claro menosprezo do assunto, atirado desta forma para o "gay de serviço" (independentemente do seu mérito, não é isso que está em causa), que não tem qualquer hipótese de eleição, sendo por isso indiferente a sua gay-friendliness, pois dos possíveis eleitos do BE continuaremos sem saber a opinião (que está longe de ser unânime no partido).
Seja como for a coisa promete (sobretudo por Helena Roseta e Ana Sara Brito), e era óptimo que @s lisboetas LGBT comparecessem em peso ao debate, para que os candidatos se sintam efectivamente confrontados com as questões dessa parte da população.
PS: A maioria feminina do debate também é reveladora, sobretudo pelo contraste com a norma do debate político nacional.
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sexta-feira, junho 08, 2007
A autarquia crucificada
À esquerda o logo da Câmara Municipal de Lisboa, à direita o da candidatura de Carmona Rodrigues. A CNE não diz nada? [via]
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2:02 da tarde
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