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terça-feira, março 29, 2011

Dancing For Gender Equality


E mais um, e outro.

domingo, dezembro 23, 2007

Acenando agora também no YouTube


Por estes dias a rainha de Inglaterra tornou-se na mais velha monarca de sempre naquelas paragens. E para celebrar esse facto, bem como o 50.º aniversário do seu primeiro discurso de natal televisionado, Isabel 2.ª lançou agora o seu próprio canal no YouTube. Espreitei, mas não me deixei convencer. Prefiro a reportagem da Onion, aqui em cima.

terça-feira, agosto 07, 2007

Quando é que a ASAE se junta à luta contra o YouTube?

«A Liga Inglesa de Futebol e a distribuidora musical Bourne & Co informaram nesta segunda-feira que mais oito adversários se juntaram à ação contra o Google e a divisão de serviço online YouTube por estimular deliberadamente a infração de direitos autorais. (...)

"A mensagem clara e cada vez maior para o YouTube e o Google é simples: o modelo de negócios insensível e oportunista deles é contrário ao que é certo, contrário à lei. Deve ser parado e será", disse o porta-voz da Liga Inglesa, Dan Johnson, em nota.»
Fechar o YouTube por violação dos direitos de autor faz tanto sentido como fez fechar os 3 sites portugueses de partilha de ficheiros por torrents. Em todos os casos tratam-se de ferramentas que permitem a partilha de ficheiros, e em grande medida esses ficheiros são partilhados por quem não é dono dos "direitos de autor". Assim não se entende porque é que a PJ/ASAE não encerra por exemplo o Sapo Vídeos, versão portuguesa do YouTube, pertencente ao grupo PT.

E lendo mais alguns pormenores sobre a actuação da PJ/ASAE quase se poderia pensar que a PJ/ASAE foram meros capangas da indústria mais estúpida do mundo. Mas obviamente que não quero acreditar que duas instituições com o dever não só se serem isentas e tratarem todos os cidadãos de igual forma, mas também de serem fiscalizadoras de todas as indústrias, possam ser meras marionetas de uma delas.

E apesar de toda a estupidez da dita indústria, também não quero acreditar que haja "artistas" e "editores" portugueses dispostos a porem a mão em dinheiro por supostos direitos de autor violados, mas cujos autores, como todos bem sabemos, são na sua esmagadora parte estrangeiros.

É que podem dar as voltas que quiserem, mas o problema da música e cinema português não é haver quem tendo comprado legalmente um CD ou DVD, o decida partilhar on-line com outros sem ganhar tostão com isso. Não, o problema da música e cinema português é quase não haver quem o faça. Quando foi a última vez que ouviram alguém dizer que sacou um filme de Manoel de Oliveira da net? E mp3 do Paco Bandeira, existirá algum?