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segunda-feira, março 24, 2008
quarta-feira, março 21, 2007
Não dói se fores muçulmana
«He beat her and threatened her with murder. But because husband and wife were both from Morocco, a German divorce court judge saw no cause for alarm. It's a religion thing, she argued.» [Ele bateu-lhe e ameaçou assassina-la. Mas como marido e esposa eram ambos de Marrocos, uma juíza de divórcios alemã achou não haver sinal para alarme. É uma questão religiosa, argumentou.]Mas a Alemanha apesar de tudo não é Portugal (que ninguém traduza as sentenças portuguesas para alemão ou ainda lixam alguma emigrante lusa!) e a juíza foi afastada do caso e poderá ainda sofrer sanções. Haja tino. Lê-se ainda no Spiegel «The case seems simply too strange to be true» [O caso parece simplesmente demasiado bizarro para ser real], a Leste de Portugal, mesmo.
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bossito
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7:20 p.m.
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tags: alemanha, islão, justiça, machismo, violência doméstica
quinta-feira, março 15, 2007
Quem precisa da sharia quando tem a justiça portuguesa?
«O Tribunal da Relação do Porto (TRP) absolveu, no passado mês de Fevereiro, um homem acusado por um crime de maus tratos à mulher e condenado no Tribunal de Peso da Régua por dois de ofensa à integridade física simples. Como este crime depende de queixa particular, o arguido argumentou que a mulher não a apresentou em tempo útil. E os juízes desembargadores também consideraram que o indivíduo não cometeu um crime de maus tratos, porque bateu na mulher "apenas duas vezes".» [via]
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bossito
à(s)
2:29 a.m.
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quarta-feira, janeiro 24, 2007
Então a violência doméstica deixou de ser crime público?
«O primeiro-ministro, José Sócrates, reconheceu hoje que "foi um erro" o questionário realizado pelo Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT), em Dezembro, a cerca de 100 mil alunos, que abordava assuntos como a violência doméstica e aspectos da vida sexual dos pais. (...)E a violação também? É que a única pergunta que vi com referências a sexo, era a sexo forçado, i.e., violação, ou seja crime público. Que a indignação disparatada, demagógica e populista venha do CDS não espanta, espanta é que o PM vá atrás tão depressa...
A questão foi introduzida no debate pelo vice-presidente da bancada do CDS-PP, Mota Soares, que considerou que este questionário "viola o dever de reserva da vida privada" consagrado na Constituição.»
Publicada por
bossito
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9:51 p.m.
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tags: cds, educação, partido socialista, violência doméstica
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