sábado, setembro 15, 2007

Os livros que não mudaram as nossas vidas

Tempo de rever as respostas ao desafio aqui lançado a alguns camaradas da bloga sobre os livros que não mudaram as suas vidas. A pergunta era incómoda, pelo que imaginava ter poucas respostas, só não imaginava que o fosse ao ponto de fazer colapsar um blog! Sorry...

Passemos então aos resistentes. Ou nem por isso, o dot acha que a vida é demasiado curta para ler Dostoyevski, pelo que listou os livros que lhe mudaram a vida, Crime e Castigo não incluído.

Já na Enciclopédia Chinesa - reavivada pela pergunta? - encontramos uma lista com algumas coincidências em relação à minha. Nas diferenças importa realçar que não tive coragem de mencionar Marguerite Duras, não me lembrei que já tinha lido Pessoa e esqueci completamente essa figurinha catita chamada Júlio Diniz. Não fora isso, e seriam quase listas repetidas, apenas com diferentes Lobo Antunes a embalar-nos o tédio.

7 comentários:

joao disse...

Tenho também alguns ódios de estimação em forma de livro. A Duras tb não me excita particularmente. Achei "O amante" trivial. Li por 4 vezes as 15 primeiras páginas das "Memórias de Adriano" da Youcenar e nunca consegui continuar. Depois li, dela, "os contos orientais", que detestei. Não há pachorra para as obcessões neoclássicas da senhora.

Ah, é verdade, devo ter sido a única criatura deste braço da galáxia a não gostar d"o perfume".

Lobo Antunes é excelente até ao "auto dos Danados". A "explicação dos pássaros" deve ser dos melhores livros que já li. Depois disso, a seca. Deve ser do aquecimento global...

JPT

Eduardo disse...

Presunção e água benta...

boss disse...

ó joão não lhes chamaria bem ódios de estimação, eu até acho o Júlio Diniz simpático.. entediante de morte, mas simpático.

eduardo, hehehe. eu se fosse a ti reactivava, não vá o pessoal acreditar nesta teoria ;) lol

João Manuel de Oliveira disse...

faço minhas as palavras do eduardo... presunção e água benta...

essa figura catita do julio diniz dava um tratado

joao disse...

Não percebi, Eduardo. Ninguém está a fazer avaliações absolutas, do tipo "este gajo escreve mal", estamos só a dizer o que achamos duns quantos livros.

Julio Diniz é tão inocente que até tem graça.

JPT

Eduardo disse...

"Presunção e água benta" era uma privada para o Boss, não tinha que ver com os comentários dos outros utilizadores. Pelo facto, as nossas desculpas.

D. MARIA E O COELHINHO disse...

Vim aqui agora pela primeira vez e se há um livro que não mudou a minha vida foi certamente a porcaria de "O PERFUME".


cOELHINHO