sexta-feira, dezembro 07, 2007

E se um coro não for suficiente, chamem a Björk


As bandeiras nos ombros da deusa islandesa são as da Gronelândia e das Feroé (ambas colónias dinamarquesas), mas esta canção promete fazer sucesso em muitas outras paragens, da Catalunha ao Kosovo. O mau gosto jardinense deverá contudo servir de filtro na Madeira. Já se o Norte tivesse uma bandeira, hoje ia para rua cantar isto com ela ao vento... poupam-se os tímpanos da vizinhança. A não ser que encontre uma da minha freguesia. [via]

6 comentários:

Eduardo disse...

Um bocadinho (auto-)irónico, o vídeo, não? A música é no cravo, o vídeo na ferradura...

boss disse...

O post também não está especialmente consistente... Nórdicos ou nortenhos, que cambada!

boss disse...

Mas eis a explicação da artista:

«For me, every time its starts I just burst laughing. I’m finding a lot of people don’t take it that way, which is okay. I seem to have a warped sense of humor that me and my three friends can understand, it’s very local. This one dress, for example... But I guess it’s sort of taking the piss of being myself, feeling that confrontational. I wanted the lyric to be a mix of like if you’re saying to your friend, who happens to be going out with a terrible boyfriend, and you say to the girl, "Declare Independence ! Don’t let them do that to you !" [laughs] I just thought it’s so extreme, and so ridiculous to say. You know, "Make your own stamp ! Start your own currency !"

And on the other hand, you can take that concept completely different. There’s this big thing you hear in the papers always in Iceland, that we were a Danish colony for like 600 years, and we got independence only half a century ago. And there’s still two Danish colonies, which is Farore Islands and Greenland. They’re still trying to get independent, and it’s just not happening. Greenland almost got independent, but then the Danish found oil there, so... It’s not gonna happen. [laughs] It’s sort of maybe a little bit of an anthem written to Greenland.»


A mim soa bem.. aliás gosto deste sentido múltiplo porque, por mais justas que sejam estes independentismos da Europa Ocidental, e eu até sou favorável a quase todos, eles não deixam de ter uma boa dose de ridículo e excesso, o que só os torna mais saudáveis, de resto :)

boss disse...

Além de deusa da Islândia, proponho também o título de padeira de Kalaallit Nunaat para a Björkinha :)

Eduardo disse...

Bem me parecia que aquilo não era muito a sério.

Bruno disse...

Antevendo mudanças, a Igreja Luterana das Ilhas Faeroe já foi formalmente separada da Igreja Luterana da Dinamarca. Antes, aquela era uma diocese desta. Hoje, a Igreja da Ilhas Faeroe é a menor igreja nacional do mundo. Explica-se, seguindo o modelo dinamarquês, Igreja e Estado estão unidos.