terça-feira, fevereiro 06, 2007

O que importa reter de tudo o que se tem dito


Daniel Oliveira no seu melhor, pondo os pontos nos iis. Ao contrário do que a careta mentirosa de Laurinda Alves possa querer dizer, o boletim de voto só tem duas opções (não é assim). Este vídeo também é ilustrativo da patética parcialidade de Fátima Campos Ferreira, a "professora primária da televisão pública" (sem querer ofender as professoras primárias). Entretanto Marques Mendes ainda não percebeu o óbvio e chama radical a Sócrates, por este querer cumprir a lei dos referendos e respeitar a vontade popular, seja ela qual for. Mas esta gente sabe sequer ler?

5 comentários:

Bruno "BCool" César disse...

Alguém me explica como é que as palmas estavam a prejudicar o SIM (no final do video)? A Fátima além de perita em Leis Romanas também aplica censura por clarividência?

Mexilhão disse...

Espero que os portugueses se tenham apercebido com esta proposta do«NIM» o cinismo que é o voto não. A proposta é esclarecedora sobre as convicções dos que vão votar contra a despenalização. Concordo com Sócrates: não é não! Se querem mudar a lei então o voto tem de ser SIM.

boss disse...

E reparaste que quando o Não assobiou o Daniel, Fatinha nada disse?

Eu às vezes acho que estou num manicómio, não num país a sério. 8 anos depois do 1º referendo, depois de aprovada a pergunta de novo, vêm querer convencer-nos que um Não pode ser Sim? É de loucos mesmo, para quê sequer referendar!?

Vitor disse...

"por este querer cumprir a lei dos referendos e respeitar a vontade popular, seja ela qual for"
nao concordo com isto. nao foi o povo que pediu um referendo ao aborto. este referendo é mandar areia para os olhos, e fingir que se faz algo importante para o país. para mim este referendo é algo secundário no que toca ao país e a meu ver deve de servir apenas para afastar temporariamente as atencoes dos media a outros assuntos importantes, como por ex a Ota.
já agora a minha inclinação de voto é sim. mas acho que a campanha pelo sim tem um nivel bastante reles.

de qualquer maneira se o sim nao ganhar em referendo ganha na A.R.. Viva a democracia

boss disse...

vítor tens razão quando dizes que este referendo não era obrigatório, dado que o anterior não foi vinculativo. Aliás, na minha opinião isto nunca devia ter ido a referendo, e a AR devia ter resolvido a questão em 98. Eu referia-me mesmo era à possibilidade do Não ganhar de forma vinculativa, nesse caso é óbvio que a AR já não poderá legislar, estará proibida de fazê-lo, por mais que os defensores do Não digam o contrário..